quinta-feira, outubro 15, 2015

Frase do dia

"As pessoas não conseguem ser objectivas porque não são objectos. São subjectivas porque são sujeitos."

Pedro Mexia

sábado, outubro 04, 2014

#DesafioMudaPortugal



Sou apologista de criticar o que esta errado (e certo, dado que criticar é na realidade analisar), mas acho que uma crítica só faz sentido se tiver associada uma sugestão de alteração/possível melhoria. Sem esta a critica negativa perde sentido, e torna-se numa lamentação sem grande objectivo (para além da manifestação da frustração de alguém).

Fazendo uma pequena pausa nesta ideia: o contexto recente das redes sociais, onde o desafio tem reinado, começando com coisas (tão ridículas como o) Planking e passou para coisas com valor como o ALS Challenge, percebi que realmente dá para fazer alguma coisa de útil com eles e portanto decidi tentar uma pequena experiência social, criar um novo desafio que...
...traga alguma coisa de positivo...
...implique alguma reflexão/trabalho...
...não implique directamente o humor que tem sido o motor dos restantes.


Portanto peguei no tema que mais gente critica e juntei-lhe um desafio que pode trazer alguma coisa de positivo.

O desafio é portanto sugerir alterações especificas e realistas sobre o que podia ser alterado em Portugal. Para mudar alguma coisa é preciso antes de mais uma ideia, portanto a ideia seria partilhar ideias concretas sobre isto.
Desafiei um conjunto de pessoas no Facebook, mas para dar o mote eu próprio deixei lá as minhas ideias, ainda de forma breve, com o compromisso de as expandir para explicar a motivação e viabilidade, coisa que seguirá neste post.

Motivação e objectivo

Antes de mais para ter sugestões de alteração é preciso ter um ponto onde quero chegar para apontar para lá. O Portugal que gostaria. Já tinha tocado neste assunto antes aqui, mas espero agora ser mais claro.
Eu quero ter orgulho de Portugal. Mão me interpretem mal, tenho orgulho, acho que tivemos e temos coisas notavelmente grandes e que até desvalorizamos mais do que devíamos... mas o que quero mesmo é aquele orgulho visceral, aquele orgulho de identificação com um local geográfico e uma população desse local que a cada dia que passe crescesse e fosse obvio para além de qualquer dúvida que Portugal era o sitio certo para nascer, crescer, permanecer, envelhecer e morrer.

(POR TERMINAR)


E como seria tal sitio? 

As minhas ideias de mudança são as seguintes (divididas por temas):




Sociedade Civil

Serviço Público Obrigatório

Problema actual: 
As motivações são simples, existe uma falta na educação actual de serviço ao outro e à comunidade que deveria obviamente começar em casa, mas que devia ser reforçada pela sociedade em geral. Isso nota-se em muita coisa, por exemplo, existir pouca união em torno de ideias comuns em Portugal, nem sequer no contexto do bem comum.

Proposta: 
Concordo com o fim do serviço militar obrigatório, isto porque acho que um mundo futuro espero não necessitar de todo um pais com conhecimento militar, mas penso que se perdeu uma oportunidade com a extinção deste de se introduzir um serviço comunitário obrigatório. 
 Este seria esse reforço com a duração de 1 ano após a escolaridade obrigatória em que se poderia ou não estar deslocado da habitação consoante as necessidades das populações e se trabalharia e qualquer serviço cívico de necessidade das populações indicado pelas câmaras municipais. 

Possíveis problemas: 
O financiamento parece-me o maior problema, implicando 1 ano de financiamento dos jovens. Nisto parece-me que a maneira mais viável seria haver parte do orçamento das câmaras municipais que suportassem isto. Reduzir em outras coisas parece-me justificável pela importância que considero que esta medida teria. 
Para quem sai da escolaridade obrigatória mal é possível para começar a trabalhar para ajudar a família dado as condições menos favoráveis desta poderá ser complicado mais um ano. Nestes casos poderia ser possível o adiamento até 3 anos. 




Educação

Média de ano/curso é sempre ponderada com o "index de ética"

Problema actual: 
O "problema Português" nunca foi, na minha opinião, de técnica mas quase sempre de ética. Independentemente do esforço da maioria honesta da população há sempre exemplos péssimos de ética na liderança muitos até das elites intelectuais. 
Fala-se muito disto, no entanto as medidas que tentamos tomar são sempre a tentar remediar e nunca a tentar prevenir... quem não tem ética até à sua vida adulta não será depois que irá mudar por muito que a justiça tente processar.
O nosso sistema educativo foca quase só a técnica e pouco (ou nada) a ética. Poderemos dizer que tentamos que as escolas ensinem que não se deve copiar, que tentam castigar os bullies entre outras coisas... mas acho que o sistema é muito pouco eficaz nisso. 

Proposta: 
Uma sugestão (que provavelmente levantará o sobrolho a quem estiver a ler) é que haja um index de ética que ajuste a média. Ou seja, um aluno que tem média 15 mas que já foi apanhado a copiar, que é desordeiro, que é bully ou alguma coisa mais do ponto de vista ético que seja errada terá uma penalização na sua média global. 
Este index de 1 a 3 por exemplo dado em consonância por todos os membros da instituição de ensino que contactam com o aluno penalizará muito o aluno que tiver 1 na sua escala de ética, um pouco o que tiver 2, e manterá a nota do que tiver 3. O index de ética será sempre publicado em conjunto com a média.
Em nenhum sítio se deseja um óptimo técnico que eticamente é muito duvidoso... e isto talvez tentasse combater a nossa (má) mentalidade latina.

Possíveis problemas: 
Como qualquer avaliação, há muito subjectividade. O index de ética pelo seu peso seria de certo muito controverso, e haveria muita pressão dos pais nas escolas para que os seus filhos não fossem penalizados.



Planeamento de vagas universitárias 

Problema actual: 
Existe uma imensidão de cursos universitários com vagas desproporcionais ao mercado de trabalho que as irá absorver. Isto para além de criar falsas expectativas em alunos menos precavidos ainda cria um custo substancial ao estado que subsidia parte dos cursos ao mesmo tempo que irá ter que dar suporte de alguma forma aos desempregados futuros. 
Geralmente o que acontece é a emigração de imensas pessoas, o que em si não seria necessariamente negativo, no entanto, para essas pessoas que se formam em matérias sem absorção de mercado em Portugal existe um número de vagas não ocupadas em matérias realmente necessárias que ficam sem alunos, ou com menos do que seria desejável.

Proposta: 
Um plano nacional em que as vagas de cursos são indexadas à empregabilidade nos anos anteriores. Ou seja, cursos com muito baixa empregabilidade, seja públicos ou privados terão que fechar vagas. Poderão apontar que é uma limitação da liberdade do individuo para escolher o seu futuro, no entanto existiram sempre vagas para os com melhores notas, e ao mesmo tempo estaremos a formar mais pessoas nas áreas que precisamos evitando o recente êxodo massivo em busca de emprego. 
Nota: Alguns dias após escrever isto deparei-me com esta medida na Dinamarca.

Possíveis problemas: 
Redução de vagas em cursos de elevada importância cultural, mas que não tem saida (Exemplo são os cursos de letra).




Ensino Secundário mais abrangente

Problema actual: 
Hoje em dia no 9º ano um aluno tem que escolher um ramo para o secundário. Ao optar por um irá necessariamente ter lacunas na sua educação numa altura em que muitas vezes ainda não decidiu para que área irá. Para além disso civilmente poderá também ficar um cidadão menos informado, que por exemplo não tem bases de economia ou política.

Proposta: 
No secundário o tronco comum deveria incluir pelo menos: Português, Inglês (ou outra língua), Matemática, Economia, História e Politica e Educação Física, junto a estes teria disciplinas mais específicas escolhidas pelo aluno do leque das disponíveis. 

Possíveis problemas: 
A escolha de matérias que devem ser base será sempre polémica, com cada um a defender com garra a sua "bandeira".




Economia e Finanças

Impostos indexados à região

Problema actual
Um dos casos mais recorrentes na política actual são as grandes dívidas públicas de políticos que gastam mas "deixam obra feita". 
São exemplos múltiplas Câmaras Municipais, que ano após ano reelegem um Presidente que contribui para o aumento da dívida. Para um munícipe acaba por ser pouco relevante no seu dia-à-dia a dívida pública aumentar é algo longínquo, no entanto a renovação de estradas, melhoria dos passeios, a criação do metro, as novas piscinas municipais entre outras coisas fazem realmente diferença e assim são reelegem sucessivamente indivíduos que põem todo o país a pagar pelas suas opções (erros?).

Proposta
É claramente necessário criar a noção em todos da responsabilidade das opções tomadas pelos políticos eleitos por estes, de forma a saberem que cada opção tem consequências. A maneira que me parece mais viável para este problema é uma alterações aos impostos nos seguintes moldes:

Impostos regionais: O orçamento de cada câmara e/ou junta é parcialmente nacional e parcialmente local. 
O que isto implica: existem impostos nacionais e regionais. 
Todos os impostos nacionais são para despesas de saúde, educação, defesa, segurança social e obras de relevância nacionais.
Todos os impostos regionais são para utilização regional, seja obras locais ou investimentos em cultura, beneficios empresariais etc.

Caso uma câmara ou junta se endividar, são os impostos regionais apenas que são subidos de forma a pagar a dívida, ou seja, quem elegeu será quem pagará. Isto poderá parecer apenas a mesma ideia de "quem paga é o Zé Povinho" mas regional, mas é complementada com a partilhada da decisão com a população. A partir do momento que está para decisão uma medida que poderá incorrer em dívidas para a câmara ou junta o autarca tem que indicar qual é a medida, razões e o custo acrescido em impostos da região que vai criar e para valores relevantes há um pequeno referendo, sabendo as pessoas que sendo aprovado por elas a medida, quanto mais irão pagar por ela. 
Para redução de custos, (dado que os mini referendos também os têm), poderia ser feitos vários no mesmo dia, sendo a população a escolher quais os que avançariam. 
Estes poderia ser propostos directamente pelo presidente da câmara / junta ou por um munícipe desde que munido de um número suficiente de assinaturas. 

A recorrência destes mini-referendos não seria nunca inferir a 6 meses.

Todas as decisões que não implicasse ultrapassar o orçamento seriam feitas sem necessidade de mini-referendo. 

Caso uma decisão seja tomada sem mini-referendo que ultrapasse o orçamento, o mandato é automaticamente revogado. 

Impostos nacionais: Tudo o que é do foro nacional deverá ser  publicado à priori qual o valor que irá custar e se irá necessitar de aumento de impostos para a realizar e caso afirmativo qual o valor. 
Caso o valor ultrapasse o indicado, ou haja um aumento de impostos não declarado devido as obras indicadas o decisor político deverá ser chamado à responsabilidade do ponto de vista legal e está impedir de voltar a candidatar-se. 


Possíveis problemas
Medidas pouco populares mas necessárias podem ter mais entraves. No entanto dado que as nacionais não tem referendos isto pode ser minimizado.




Obrigatoriedade do resumo do estado do país/município

Problema actual: 
Ninguém sabe bem o estado das contas públicas nacionais e especialmente dos municipios. Existe muita contra-informação partidária que consoante o partido no poder indica valores diferentes e acusações são trocadas sobre contas "mal feitas".

Proposta:
No inicio e fim de cada mandato nacional ou regional deve deverá ser feito um resumo do balanço das contas para permitir perceber o estado das contas antes e depois desse mandato. Deve ser tornado público e simplificado de forma a qualquer leigo conseguir interpretar o balanço positivo ou negativo.
(Existem vários papeis oficiais onde se poderia tentar obter isto.. mas para além de demasiado complexos, são de difícil acesso pelo menos para uma leitura resumida. Mais de 10 minutos para uma leitura do resumo já me parece haver qualquer coisa errada, keep it simple)

Possíveis problemas:
As contas poderão continuar a estar viciadas, terá que há ver um "árbitro" a valida-las.




Obrigatoriedade da factura com NIF

Problema actual: 
O comum cidadão exige muita seriedade aos governantes mas peca por não seguir esse principio no seu próprio dia-à-dia. Um exemplo simples é a factura. Se bem que com o (ridículo mas eficaz) concurso de atribuição de carros a situação tenha melhorado dramaticamente há ainda o "com ou sem factura". 

Mais do que isso, também não só do ponto de vista dos comerciantes há "vigarice". Como a factura não é obrigatória ainda não é possível detectar quem diz que recebe 500€ por mês no seu IRS, mas gasta 600€. 

Proposta:
Factura com NIF obrigatório (para valores acima de 5€ - percebo que para cafés ou sítios assim tirar sempre factura possa aumentar em muito o tempo de espera por isso menciono aqui apenas coisas acima de 5€). 
Para facilitar poderá dar a possibilidade aos estabelecimentos de terem um leitor que consiga ler o NIF do cartão do cidadão para não termos que andar sempre a dizer, ou imprimir o cartão presente no site das finanças com o NIF.
Ao mesmo tempo aumentar os benefícios tributários de quem tem facturas emitidas com o seu NIF, não apenas em algumas áreas, mas em todas.

Possíveis problemas:
Cidadãos poderão tentar dar NIFs de outros, o que obrigaria à apresentação do cartão do cidadão o que poderia ser bastante excessivo.
Ao mesmo tempo teria que haver um regime de excepção para cidadãos não portugueses.
No fundo, a aplicação prática disto implica que socialmente tem que haver pressão neste sentido.


(CONTINUA...)

quinta-feira, junho 12, 2014

10 anos de intelectuais



Passaram 10 anos desde que escrevi as primeiras letras no intelectuais.

19 aos 29... this was a hell of a ride!




Como sou engenheiro deveria fazer uma análise dos números...
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... mas sinceramente, grandes ou pequenos os números já não me interessa, o que tem valido mesmo a pena é "o caminho"! 

sábado, março 29, 2014

Nasceste!


Filho,


Nasceste! E nasceste de facto com a força de um urso, és dos fortes!

Vimos isso mesmo por 9 meses em que fizeste coisas denominadas impossíveis e em mais de 14 horas de parto e alguns dias mais de luta.


Mas esta força que já te define deverá ser sempre utilizada para um bem maior.

Esse bem acreditamos que pode ser manifestado em grande parte na tua vida pela repulsa da lei do mais forte: Como dizia o senhor Baden-Powell "passando o forte a PROTEGER o fraco".


É com isto em mente que escolhemos o teu nome que significa "aquele que protege" e te damos as boas vindas ao mundo (exterior):


Guilherme C.F. Vicente


Nota de contexto:

Guilherme: Significa "aquele que protege" (ou “protetor decidido” ou “protetor corajoso”).








O teu nome tem origem no germânico Willahelm, composto pelos elementos will, “vontade, desejo” e helm, “proteção, capacete”. William é a variante inglesa de Guilherme.

domingo, março 02, 2014

Porque acho que o voto em branco, nulo e abstenção... não são grande ideia



Existe um descontentamento com a democracia. 

É bastante óbvio... e não é de Portugal. Toda a Europa sofre do desencanto com o sistema político actual. Toda a gente (ou praticamente) quer uma democracia, mas também toda a gente acha que o sistema não funciona e ainda mais que virtualmente qualquer pessoa que seja eleita... é por defeito corrupta. 

Nos últimos anos a convicção profunda, que inicialmente é dita em tom de brincadeira mas que rapidamente se fixa no inconsciente das pessoas é que qualquer político só o é porque ou não sabe fazer mais nada ou para através da corrupção ter algum tipo de vantagem e eventualmente enriquecer ilicitamente.

O pensamento que a política é a mais nobre das profissões ou que lá estar é um serviço parece ter-se extinto.


É de certo uma consequência da desilusão continua com casos mediáticos de políticos a tomarem decisões no mínimo duvidosas se que nunca haja punição para as consequências ruinosas que trazem para o estado.

O que se vê é então uma descrença total no funcionamento do sistema democrático actual...

A abstenção tem sido considerada um dos principais sintomas deste problema:

Abstenção em Eleições Autárquicas:
1976 - 35,4%
2013 - 47,4%

Aumento de 12%

Fonte: Pordata
http://www.pordata.pt/Portugal/Taxa+de+abstencao+nas+eleicoes+para+as+Autarquias+Locais-2210

Abstenção em Eleições Legislativas
1975 - 8,5%
2011 - 41,9%

Aumento de 33,4%

Fonte: Pordata 
http://www.pordata.pt/Portugal/Eleitores+nas+eleicoes+para+a+Assembleia+da+Republica+total++votantes+e+abstencao-2181

Abstenção em Eleições Presidenciais 
1975 - 24,5%
2011 - 53,4%

Aumento de 28,9%

Fonte: Pordata
http://www.pordata.pt/Portugal/Eleitores+nas+eleicoes+para+a+Presidencia+da+Republica+total++votantes+e+abstencao-2172


Poderia dizer-se que é devido a isto que os Portuguesas não votam, e os dados parecem comprovar que existe de facto um aumento.

Esses mesmos dados mostram que 1/4 dos Portugueses que podiam votar não o fizeram nas primeiras eleições presidenciais. Ainda foram mais os que não votaram nas autárquicas... portanto o descontentamento parece ter acentuado algo que já existia.


O racional por trás disto - assumindo que a maioria dos comuns cidadãos são responsáveis ao ponto de não se descartar das suas responsabilidades por comodismo - é que qualquer que seja o voto  a consequência pratica não será relevante, ou seja, qualquer que seja o elegido nada ficará melhor.

Engraçado muita gente reivindicar que o voto em branco é sinal de protesto e se mais votassem alguma coisa teria que mudar. Notícia frescas (ou não)... voto branco legalmente em Português não significa NADA, não serve para NADA, na prática é igual ao voto nulo, sem a parvoíce de ir votar e escrever lá coisas que ninguém prestará atenção.

Verdade que dou mais crédito em quem vota em branco do que em quem fica em casa (nulo já é só parvoice)... mas a verdade é que legalmente tem que haver sempre alguém eleito, e portanto se tirarem algum tempo para pensar bem na coisa, mais vale votar pelo menos no que acham "menos mau" se não acharem nenhum bom.


O risco de não o fazer? Deixarem a decisão para outros... 

Parece-me gritante um facto que parecem ignorar... poderá não melhorar com os candidatos X e Y, mas poderá piorar? Parece-me que sim.

O resultado disto parece-me que tem sido gritante, a extrema esquerda e direita tem ganho representatividade com esta passividade do comum cidadão que acha que nada muda no status quo...



Daqui a uns anos esperemos que não se arrependam de não ter votado "nos tipos que mantém a coisa na mesma"...



... e já agora sinceramente, se acham que realmente com os candidatos que estão lá nada muda, envolvam-se, e tentem candidatar-se ou arranjar um candidato com que se indiquem, caso contrário melhorar não melhoramos, mas piorar... isso é sempre possível.

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Guia da Francesinha

"Francesinha é um prato típico e originário da cidade do Porto, em Portugal.

A francesinha é constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de carne de vaca ou, em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo (posteriormente derretido). É normalmente guarnecida com um molho à base de tomate, cerveja e piri-piri. Os acompanhamentos de ovos estrelados (no topo da sanduíche) e batatas fritas são facultativos." 
Wikipedia


Aqui fica o ranking até agora (actualizado sempre que provar uma nova):


  1. Tappas Café - A melhor em forno de lenha
  2. Bufete Fase (Porto) - A melhor tradicional
  3. Taberna Belga (Braga) - Molho de natas em vez de cerveja
  4. Cervejaria Galiza (Porto)
  5. Alicantina (Porto)
  6. Santiago (Porto)
  7. Ferreira das Francesinhas (Porto) - Era boa.. 
  8. Casa da Pedra (Porto) - Em forno de lenha
  9. Cufra (Porto) - Molho podia ser melhor
  10. Verso em Pedra (Porto) - A maior... mas molho enjoativo
  11. Barcarola Cafe (Porto) - Not bad
  12. Pizzaria Santa Clara (Coimbra) - A primeira que comi...
  13. Porca Gorda (Valongo) - O sítio mais indescritível
  14. Capa Negra II (Porto) - Parece-me pré-feita...
  15. Café Aviz (Porto) - Demasiado picante