quarta-feira, novembro 30, 2005

Curiosidade do dia

Sabes de onde nasceu o nome Engenharia "Civil" ?

Na idade média havia apenas uma "engenharia" era a militar.. composta por militares como o nome diz e que tinha à sua responsabilidade a construção, defesa etc... Com o passar do tempo ela ramificou-se e a construção ficou ao cargo de não-militares.. ou seja civis... dai nasceu o nome Eng. Civil.

O Gang...

Todos os grupos acabam por ter um nome, e o meu grupo de amigos da faculdade não é excepção..

"O Gang da Fila de Trás"

Enfim, mais uma diarreia mental altamente patrocinada por mim...

Não deixem, (ou então deixem..), de nos visitar... www.GangDaFiladeTras.org

Ps: Já agora, o meu codename é Eng. Pedro... nem perguntem...

Private-joke: PIS para quando o nosso site?

terça-feira, novembro 29, 2005

Feedback - [Curso de Relações - Cap. II]

"Feedback"



1. 'Feedback' é uma palavra anglo-saxónicaque foi introduzida na gíria das relações humanas para definir um processo muito importante na vida de um grupo. Há várias tentativas de tradução: retorno,retro-alimentação, retrovisão, mecanismos de restituição ou retrocesso.

2. Usa-se sobretudo na electrónica e na astronáutica para denominar o mecanismo que regula os foguetões durante o vôo. A estação terrestre observa e recolhe informação do foguetão e, por sua vez, envia-lhe mensagens para que o foguetão siga a sua rota ou a corrija, se se está a desviar do caminho previsto.

3. A nós também nos acontece desviar-nos nas relações interpessoais. Por isso, é conveniente e útil aprender o mecanismo apropriado de Feedback, para nos podermos pôr de novo em órbita.

4. Em dinâmica de grupo, chama-se "Feedback" a uma forma de ajudar outra pessoa, (ou grupo), para que ela considere a possibilidade de mudança de comportamento e até de atitude, se ela quiser aprofundar as causas e trabalhar mais em profundidade. O "Feedback" faz-se comunincando de um modo verbal ou não a outra pessoa, (ou ao grupo), a nossa impressão acerda do seu comportamento e actuação.

5. O "Feedback" que oferecemos a uma pessoa pode ser utilizado para que ela toma maior consciência da maneira como atinge os outros e para a estimular a mudanças positivas de comportamento, sentimentos e atitudes, na medida do possível. Mas a informação do Feedback pode também ser útil a quem o oferece, porque lhe dá a oportunidade de verificar se foi desfocada a mensagem enviada. Além disso, cada um de nós pode, pela própria maneira de pensar ou de sentir, perceber de uma maneira distorcida o comportamento dos outros.

6. Aprende-se a conhecer a pessoa do mesmo modo que se aprende noutros domínios, ou seja, reagindo perante os seus estímulos. Nas relações interpessoais o estímulo é o próprio comportamento e o das pessoas que nos rodeiam.

7. Para perceber as consequências de um comportamento é preciso prestar atenção aos sentimentos que surgem em nós e nos outros, por influência do estímulo desse comportamento. Uma sensibilidade desenvolvida, capaz de perceber estas reacções emocionais, é importante na relação interpessoal.


Critérios para um "Feedback" construtivo

8. O Feedback útil e efectivo terá que ser mais descritivo que valorativo. Evitar o uso da linguagem valorativa, (a que manifesta juizos de valor sobre o comportamento de alguém), significa reduzir a necessidade de que a outra pessoa reaja de forma defensiva. O Feedback descritivo limita-se à comunicação da impressão pessoal que em nós produz o comportamento da outra pessoa.

9. O Feedback deve ser mais concreto que genérico, ou vago. Torna-se mais útil, para quem recebe o feedback, ouvir: 'naquela ocasião, quando estivemos a resolver aquele problema, pareceu-me que não trataste de ouvir o que os outros diziam. Senti as pessoas forçadas a seguir a tua opinião.'

10. Além disso, o Feedback deve ter mais em conta a necessidade de quem o recebe. Pode ser destrutivo quando só pretende satisfazer as necessidades de quem o oferece.

11. Deve dirigir-se, em quarto lugar, a um comportamento modificável. Quando apontamos uma limitação que a pessoa não pode controlar, só aumentamos, com isso, a sua frustração.

12. Deve oferecer-se com sentido de oportunidade. Em geral, é muito mais eficiente se se oferece imediatamente. No entanto, é preciso ter em conta que a pessoa, (ou grupo), estejam preparados para receber este Feedback, como também atender a outras circunstâncias que o poderiam tomar inoportuno.

13. Deve-se verificar se foi entendido exactamento o que se queria comunicar, (contra-feedback).

14. Tanto o que recebe como o que envia a mensagem devem verificar com todos, (no grupo), se esta é a impressão de uma só pessoa, ou se há outros membros do grupos que tiveram impressão idêntica. É muito importante que os outros membros do grupo que não tenham tido a mesma impressão a manifestem, sobretudo quando se trata de um Feedback negativo.

15. Em resumo, Feedback, é uma forma de oferecer ajuda, para que a pessoa possa verificar se as próprias intenções e atitudes têm expressão adequada através do seu comportamento concreto.

Federico Arvesú



Post-scriptum à 'teoria geral do Feedback'

a) É impossível oferecer o feedback ideal, devidamente programado e calculado. Por isso, é preferível aprender a refletir sobre o modo concreto como se costuma oferecer ou receber o feedback, para tentar modificar a partir do existente. Neste texto apresentam-se critérios para essa reflexão e não receitas para oferecer o feedback ideal. Aprende-se a 'feedbackar', 'feedbackando' e refletindo para modificar.

b) Oferecer um feedback é sempre fazer um investimento arriscado, porque aquilo que se comunica tem muito a ver com quem receber e com quem oferece. Mas deste investimento depende o progresso e a qualidade da relação. Se as pessoas se vão educando a oferecer e receber feedback, o grupo, (ou a relação a dois), cresce em confiança, em respeito mútuo, em capacidade de colaboração e de trabalho em equipa. Caso contrário, transforma-se num aglomerado de gente, como um fosso cada vez maior entre cada ilha...

c) A proporção entre o feedback de repreensão e o feedback de encorajamento dá autoridade a quem o oferece e favorece o sentido de justiça de quem o recebe.

d) O critério-base para receber um feedback: aprender a receber criticamente o que é dito criticamente também, (como quem usa o caixote do lixo...).

e) O calar também é um feedback. Convém distinguir o calar livre, (que contribui para que a relação se torne adulta), do calar não livre, sob a pressão da rolha do medo, (que tende a azedar).

f) O feedback é o grande instrumento para o progresso na relação, para ajudar as pessoas a reencontrarem-se depois dos desencontros que sempre acontecem, para corrigir situações deficientes na comunicação, (devidas a inibições, estados emotivos, bloqueios, conflitos, interferências, mal-entendidos...), uma vez que na comunicação humana nada pode estar já conseguido ou adquirido, à partida. O entendimento é fruto da maneira como se superam os desentendimentos e não é possível sem estes."

sexta-feira, novembro 25, 2005

Pensamento do dia

A força de um abraço ou duma palavra é mil vezes mais poderosa que a força de uma arma.

quinta-feira, novembro 24, 2005

Vídeo do dia

À semelhança do pensamento do dia, ou da imagem do dia resolvi agora postar o "Vídeo do dia", um espaço em que tento partilhar convosco vídeos que tenha achado interessantes, não aquele tipico vídeo para rir, mas algo que deixe marca..

Fica aqui o primeiro:

Kiss - Because I am a Girl <- Clica aqui para ver.

quarta-feira, novembro 23, 2005

Comunicação Técnica Profissional




Achei curioso deixar por aqui um exercício de comunicação oral que me deram numa cadeira de âmbito da comunicação...

O exercício consiste em ler o mais rápido possível, sem enganos com as pausas correctas e com as frases a serem perceptíveis...

Não paro
eu paro,
disparo
por vezes comparo
contornos
linguagens

Não paro
disparo
se paro
preparo
desvio
passagens

Disparo
disparo
não paro
e às vezes separo
as imagens
que perto do rio
são margens

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Lá vai o rato
que pelitrapo
a fugir ao gato
pelo meio do mato,
dizendo gaiato:
- Ó mentecapto,
desta bem escapo!
Mas o gato
nada abstrato,
fim velhaco,
não dá cavaco.
Sem espalhafato
arranja um saco
feito de trapo
e um saca-trapo.
No mesmo acto,
encontra o sapo,
que ía para o Buçaco
e diz imediato:
- Ó meu beato,
pega-me do saco.
Não sejas pato!
Olha que te mato,
dou com o taco
ou com o sapato,
esfolo, escavaco,
faço num farrapo.
Pega-me no saco,
ganhas um pataco
comes um naco...
Vai o sapo,
pessoa de tacto
e de recato,
em seu monacato,
a evitar o pugilato,
pegou no saco.
E o gato
barbato
com o saca-trapo,
sapo que sapo,
tirou o rato
do buraco,
caverna de caco.
Depois, jeripapo,
o nosso gato,
sem se importar do sapo
todo timorato,
nada Viriato
com horror do facto,
dispensando prato,
sem guardanapo
nem aparato,
contente e guapo
mais que o Furtunato,
debaixo do cacto,
- Corpo di Bacco!
meteu-o no papo.

terça-feira, novembro 22, 2005

Pensamento do dia

Numa daquelas alturas em que se tenta arranjar desculpas, (para nós mesmos), para não fazer nada, (excepto coisas que gostamos), encontrei pela net uma frase que achei engraçada:

"Todos nós vivemos devorados pela necessidade de sermos amados, mas com medo da insegurança de amar"

Embora não seja o que sinto agora, fica o pensamento...

segunda-feira, novembro 21, 2005

Fim de Semana / Curso de Relações Humanas




Mais do que um curso, alias uma sensibilização, foi uma lição de vida!

Pensamento retido
: "Em tempo de desolação não se fazem mudanças"




Fica aqui uma pequena citação de algumas das coisas:

"Canalização dos sentimentos

1. A fonte principal de dificuldades no relacionamento interpessoal está nos sentimentos próprios e alheios. O que separa ou aproxima as pessoas não são as ideias, as opções politicas ou os credos religiosos diferentes...

2. No relaciomento com os outros é um facto que muitas vezes, infelizmente, tentamos prescindir ou negar os próprios sentimentos e não prestar atenção aos sentimentos dos outros. Contudo, todos experimentamos continuamente diferentes sentimentos...

3. Manifestamos mais facilmente uns sentimentos que outros. Depende do sentimento, da pessoa e do tempo em que surge. Por exemplo, não é muito difícil falar dos sentimentos que se teve para com uma pessoa no passado; exprimir sentimentos do presente a uma terceira pessoa é um pouco mais difícil; mais difícil ainda é dos sentimentos do passado sobre uma pessoa que temos em frente; porém, o mais difícil é manifestar os sentimentos do momento à própria pessoa que está diante de nós.

Daqui se pode concluir: é mais fácil falar dos sentimentos do passado ou do presente com uma terceira pessoa do que com aquela que se está directamente ligada a esses sentimentos; ou ainda, que os sentimentos do presente se exprimem mais dificilmente que os do passado.


4. Uns sentimentos são mais difíceis de aceitar e de manifestar que outros. É-nos mais difícil, por exemplo, manifestar que sentimos inveja do que manifestar que temos coragem. A atenção pode ou não fixar-se num sentimento concreto, porque é selectiva, também no que diz respeito aos sentimentos. É possível ainda aprender a ignorá-los e fixar a atenção noutra coisa.

5. Por exemplo: no escritório, o chefe não está satisfeito com o meu trabalho, e por esta razão sinto-me inferiorizado, incompetente, ofendido. Como isto é desagradável, não ligo aos meus sentimentos, coloco a atenção no meu chefe e penso (ou talvez até digo: 'é injusto, insensível, uma besta...'. Fixo a atenção na realidade exterior, (no chefe), ignoro a interior (as próprias emoções), deixo-a de lado, não lhe presto atenção, chego a reprimi-la, racionalizo.

6. Esta é a maneira clássica de adquirir o controle emocional. Esquecer as emoções, ou reprimi-las, não é caminho para as controlar e para se controlar. Passamos a ser dominados por aquilo que se quer ignorar. No exemplo proposto em (5), os sentimentos que tenho para com o meu chefe, (e que trato de esquecer), vão continuar a influir no meu comportamento, mesmo que eu não caia na conta dessa influência..."

7. 'Controlar' os sentimentos ou 'canaliza-los' não é ignorá-los ou esquecê-los, nem 'reprimir-los'. Nesta matéria, o primeiro grau de dificuldade aparece ao tentar manifestar os sentimentos, o segundo ao desejar admiti-los no campo da consciência, o terceiro ao desencadear o mecanismo psicológico defensivo, (mas incosciente), de repressão.

8. É preciso deixar os sentimentos no campo da atenção para ajuizar de um modo correcto sobre uma determinada situação, sobreo que é ou não "perigoso" para a pessoa que os experimenta. Os sentimentos são uma fonte de informação sobre a relação com o mundo que nos rodeia. Sem essa informação, metemo-nos no beco sem saída de querer resolver o problema dos nossos relacionamentos interpessoais sem ter os dados na mão.

9. Os sentimentos podem aflorar por manifestação directa: mudanças fisiológicas (como, por exemplo, corar de vergonha), por palavras, (como através da expressão 'cala-te estúpido'), ou por gestos, (nomeadamente um beijo, uma bofetada).

10. Mas os sentimentos também podem procurar a via indirecta de expressão, geralmente sob a forma de juízo moral ou de valor. O objecto da minha atenção passa a ser a pessoa do outro edeixo de ligar aos meus sentimentos. Por exemplo, em vez de dizer que me sinto mal por teres vindo para a mesa com as mãos por lavar, digo que és a criança mais porca cá do bairro...

11. Psicologicamente o ideal seria a expressão directa dos sentimentos. E a expressão directa manifesta duas coisas: que sou eu a pessoa que está envolvida neste caso concreto e que o sentimento está em mim. Por exemplo: 'tenho coragem'. Sou eu que tenho coragem e não disse nada de ti. Contudo, continua a dificuldade: não é fácil exprimir os próprios sentimentos...

12. E esta dificuldade aumenta, quando os sentimentos se acumulam e se articulam em cadeia. Por exemplo, sinto-me inferiorizado porque fiz mal um trabalho; sinto-me aborrecido comigo mesmo por me sentir inferiorizado; sinto-me perturbado por me sentir aborrecido; sinto-me deprimido por tudo isto... Na cadeia de sentimentos, não sabemos muitas vezes qualé o sentimento directo que provém do acontecimento. E é conveniente sabê-lo, para aprender a canalizar harmoniosamente os sentimentos.

13. Pode acontecer também que vários sentimentos se encontrem ao mesmo tempo. Por exemplo: uma pessoa de quem eu gosto e que ao mesmo tempo me fere com o que está a dizer ou com o que acaba de fazer. Será que estou ofendido? Mas essa pessoa é-me simpática! Resultado: não digo nada directamente, dou a entender indirectamente que não gostei e isto pode e costuma ser desconcertante para a outra pessoa...

14. Há sentimentos que se reprimem devido à conotação moralista, (ou pecaminosa), que lhe atribuimos: ciúmes, inveja, sexualidade, hostilidade...

15. Em resumo: é natural ter sentimentos e é preciso aceitá-los, sejam eles quais forem: solidão, alegria, tristeza, amor, inveja, angústia, ansiedade.. e isto é próprio do ser humano. É preciso edificar, mas sobre a realidade. Os sentimentos não são bons nem maus. E isto émuito importante frisá-lo! Os sentimentos são um sinal! O bem ou mal moral só aparece naquilo que passa ou depende da própria liberdade...

16. Em relação a outras pessoas, podemos distinguir sentimentos de consonância, (sintonia), e de dissonância, (aversão). A experiência de consonância indica segurança e liberdade em relação a uma pessoa, é sinal de que posso mudar de opinião, de que não preciso de me defender. Os sentimentos de dissonância são sinal de que algo anda mal no relacionamento com essa pessoa, de que é preciso esclarecer alguma coisa da minha parte, são um sinal de insegurança e falta de liberdade, de que preciso de me defender ou usar máscara. Se o não fizer, as consequências serão desagradáveis...

17. No relacionamento interpessoal, é imprescindível prestar atenção aos sentimentos dos outros, sobretudo quando são expressos demaneira indirecta. No momento oportuno, se possível e desejável, é conveniente aprender a exprimir os sentimentos de um modo directo, o que supõe sempre um investimento arriscado, mas que constitui o preço de uma ligação mais nítida e compreensiva, mais verdadeira e mais pessoal...

18. No relacionamento interpessoal, a linguagem mais importante é a que se emite através dos sentimentos. É precisamente este plano que ignoramos com frequência..."

Texto de Federico Arvesú sj e Aberto Brito sj


Ps: Obrigado, sim a ti...

segunda-feira, novembro 14, 2005

sábado, novembro 12, 2005

Pensamento do dia

A interpretação de uma frase ambígua, correctamente, é directamente proporcional ao quanto a pessoa, que leu, conhece a pessoa que escreveu.

sexta-feira, novembro 11, 2005

As coisas boas da vida...

01. Apaixonar-se.

02. Rir tanto até que as faces doam.

03. Um olhar especial.

04. Uma boa conversa.

05. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos.

06. Uma chamada de longa distância.

07. Conduzir numa estrada linda.

08. Ouvir a nossa música preferida no rádio.

09. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora.

10. Rir de uma lembrança que vem à memória.

11. Toalhas quentes ao sairmos do banho.

12. Chamadas à meia noite que duram horas.

13. Receber correio.

14. A alegria de uma criança.

15. Haver alguem a mexer-te no cabelo.

16. Estar no nosso esconderijo secreto, mesmo que seja um sítio imaginário.

17. O primeiro beijo ( ou o primeiro ou o primeiro com nova namorada ).

18. Rir por nenhuma razão especial.

19. Fazer-se à estrada com amigos.

20. Ser criança para sempre.

21. Fazer alguém rir.

22. Um banho de espuma.

23. Rir-se de si mesmo.

24. Um chuveiro quente.

25. Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos.

26. Rir baixinho.

27. Acordar e verificar que ainda há algumas horas para continuar a dormir.

28. Passar tempo com amigos íntimos.

29. Sonhar.

30. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas (boas...ou más) nunca mudam.

31. O silêncio.

32. Andar de mão dada com quem gostamos.

33. O barulho de uma multidão alegre.

34. Brincar com o nosso animal de estimação.

35. Escrever...

36. O aroma de um perfume

37. Voar.. mesmo que seja apenas quando fechamos os olhos.

38. Ganhar um jogo renhido.

39. Balancear-se num balancé

40. O entusiasmo de "embarcar" numa viagem.

41. Ouvir acidentalmente alguem dizer bem de nós.

42. A alegria de regressar de uma viagem.

43. Observar o contentamento de alguem que está a abrir um presente que lhe ofereceste.

44. Alguém que te diz que és o máximo.

45. Fechar os olhos no topo de uma montanha e sentir o silêncio e o vento.

46. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e bebendo a bebida favorita.

47. Trocar um olhar com um(a) desconhecido(a).

48. A praia e o pôr do sol.

49. O nascer do sol.

50. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.


(Isto é uma "versão" minha dum email que me enviaram, tentei apagar coisas que para mim não faziam tanto sentido, adicionar outras e reorganiza-las todas..)

sábado, novembro 05, 2005

Phoenix - Fénix



Tal como a mítica ave ultimamente sinto-me um pouco a renascer das cinzas..

Não no mau sentido, que tenha chegado às cinzas, mas no bom, no sentido de renascer, crescer e re-aprender...

Talvez me identifique também com esta "imagem" devido a minha atracção por anjos "negros"/sombrios (ver imagem do dia)...

No que estarei a tornar-me?



Post Script, vulgo PS: In the legend the phoenix was a bird which died in fire and from this fire, a new phoenix rose from the ashes.

quinta-feira, novembro 03, 2005

E-mail

Recebi à pouco este e-mail, em vez do habitual spam ou chainmail tinha uma mensagem interessante, assim achei que valia a pena partilhar convosco.

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Um casal de namorados estava indo para praia, desciam a serra numa moto em alta velocidade...

Rapariga: - Devagar! Tou com medo...
Rapaz: - Não! É divertido!
Rapariga: - Não é não! Por favor, tás-me a assustar!
Rapaz: -...... (silêncio)... Então dizes que me amas?
Rapariga: - Eu Amo-te!
Rapaz: - Agora abraça-me bem forte!
E a Rapariga abraçou-o...
Rapaz: - Podes-me tirar o meu capacete e colocar em ti? Tá-me a incomodar, quero sentir o vento no meu rosto...
E a Rapariga colocou o capacete.
No jornal do dia seguinte havia a seguinte notícia:
-"Uma moto bateu na serra devido à aparente perda de travões ou problemas no motor, um dos jovens não possuía capacete e morreu na hora, o outro está hospitalizado, mas já está em recuperação".

A verdade é que descendo a estrada, o rapaz percebeu que os travões haviam falhado e a queda era eminente, mas ele não queria que a rapariga soubesse e se desesperasse. Ao invés disso ele fez com que ela dissesse que o amava e sentiu seu abraço uma última vez, e a fez colocar o seu capacete para que ela pudesse viver, mesmo sabendo que por causa disso ele iria morrer...

E tu? A quem darias o capacete?