sexta-feira, dezembro 30, 2005

...

...falta qualquer coisa...

quinta-feira, dezembro 29, 2005

Imagens pré-concebidas...




Não existe coisa que me irrite mais do que terem uma imagem pré-concebida de mim, que não corresponde à realidade...

Mais ainda quando as pessoas convivem comigo e não se dão ao trabalho de ver o que é real e o que não é...

Não sou o tipo dos computadores..
Não sou o tipo dos vídeos...
Não sou o tipo preguiçoso...
Não sou o tipo maluco...

No entanto sou tudo isto.. mas sou bastante mais... sou o Pedro...

Estudo..

Gosto de..
..pizza..
..prever..
..liderar..
..ter piada..
..ser humilde..
..surpreender..
..dar nas vistas..
..discutir, (argumentar)..
..Stargate e Alias..
..Matrix, do Forrest Gump e do Ray..
..dizer o meu palavrão as vezes..

Sou..
..teimoso..
..irónico..
..estranho..
..justo, ou pelo menos tento ser..
..anormal, (no bom sentido...?!)..
..inconveniente, (menos do que devia)..
..tímido até certo ponto.. expansivo a partir dai..
..um incorrigível distraido, mas um inconfundível observador..

Não gosto..
..de alcool..
..de mandar..
..de tabaco..
..de me impor..
..de ser previsível..
..de pessoas com a mania da superioridade...

Gostava de..
..ser rico..
..ser mais culto..
..ser mais inteligente..

Tenho a mania..
..de escrever..
..que sou intelectual..

Já gostei mais..
..de ser adulto..
..de estar sozinho..
..de ser anti-social..
..de ter responsabilidades..

quarta-feira, dezembro 28, 2005

Sentido da vida...



Os animais vivem essencialmente para se reproduzirem.. até que ponto somos diferentes?

Extremismos...




Será que para termos fé temos que acreditar a 100%?

Será que para sermos verdadeiros a uma ideia temos que a afirmar sem qualquer excepção?

Será que nos temos que manter fieis a um principio sem "vergar"?

Até que ponto é saudável manter um "distanciamento" do que acreditamos para não nos tornarmos cegos?

Até que ponto é bom deixarmos de lado as ideias que temos que abrirmos a nossa mente a novas ideias, para assim, percebemos qual é a melhor para nós e de nós para os outros... Até que ponto é bom sermos tolerantes...sermos humanos?


Quando é que a rigidez de ideias se torna em fanatismo?

Quantas vezes já fizemos pessoas seguir-nos em caminhos que nós próprios não temos a certeza serem certos?

Quantas vezes já nos questionamos do que acreditamos, e porque acreditamos?

Quantas vezes já pensamos que bastaria nascer noutro ponto do globo e certamente a nossa religião seria diferente?

Quantas vezes já pensamos que a tolerância e o amor/amizade são o que nos faz conseguir conviver com todos os que nos rodeiam...

Quantas vezes já pensamos que sempre que afirmamos uma ideia podemos influênciar uma pessoa... seja para a fazer pensar.. ou para a fazer acreditar... ou para a fazer detestar... ou...

Quantas vezes pensamos o quanto necessitamos de ter amigos que pensam de maneira semelhante à nossa... e quantas pensamos que precisamos de ter ainda mais que pensam de maneira contrária...

A diferença de ideias e a partilha civilizada e refletida delas é a única maneira de uma sociedade avançada evoluir.. evoluir não ao nível do betão.. mas ao nível pessoal e cultural!

Pensativo e cuidadoso.. é o que sou antes de expor uma ideia... pois uma simples ideia pode mudar o mundo.. para o melhor ou o pior... será isto um exagero? Até que ponto Einstein com a ideia da relatividade mudou a nossa era? Até que ponto Jesus, Alá,Maomé... ou tantos outros "fundadores" de religiões mudaram as mentalidades, com a força de uma ideia?

E tu, pensas bem antes de falares e agires?

domingo, dezembro 25, 2005

Expressões...




Gostava de vos fazer, nesta quadra natalícia, reflectir sobre umas expressões:

- É um trinta e um.
- Faço-te num oito.
- Pareces um carapau de corrida.
- Não vejo a ponta de um corno.
- Isso fica no cú do Judas.
- Põe-te no olho da rua.
- Põe-te a pau.
- Desampara-me a loja.
- Dá corda aos sapatos e pira-te.
- Põe-te na alheta.
- Andar às aranhas.
- Ver passar navios.
- Dar nas vistas.
- Dia de S. Nunca à tarde.
- Mau, mau Maria.
- Vai pentear macacos.
- Estou feito ao bife.
- Esperto como um alho.
- Mandar uma boca.
- Crescer água na boca.
- Dedica-te à pesca.
- Olhos de carneiro mal morto.
- Parece um boi a olhar para um palácio.
- Troca-tintas.
- Estar nas tintas.
- Espalha-brasas.
- Passar pelas brasas.
- Levar água no bico.
- Qual quê, qual carapuça.
- Coisas do arco-da-velha.
- Há quem tenha lata para tudo.
- Fala-barato.
- Até à vista.
- Boa como o milho.
- Arrear o calhau.
- Mudar a água às azeitonas.

Por último e realçando...

- Tem um certo sainete.


Pedia às generosas pessoas que inventam estas coisas para.. PARAREM.. já chega, OK!?
Quem é que percebe o que raio é o arco da velha? Ou quem é que dá (porrada) nas vistas? Já p'ra não falar no sainete...

Como diria alguém.. básicos pá, básicos!

Ps: Eu não gosto de milho... p'ra próxima, se insistirem nisto, digam com algo que eu goste!

sábado, dezembro 24, 2005

Lai lai lai




Podia dizer Feliz natal e Bom Ano Novo, ou todas essas coisas, como já as disse, fica aqui o pensamento:

"Se o trenó tem 8 renas, e toda a gente sabe que tem 8 renas, então as outras 6 não conseguiam acabar a viagem? E as prendas? E a caixa negra do trenó?"

sexta-feira, dezembro 23, 2005

Crewcial - Será fé

Perguntam para onde vamos,
O que o destino nos reserva,
A incógnita permanece,
Lá em cima Deus preserva,
O desfeixo da nossa vida,
O futuro que nos espera,
E eis que à partida é a fé que nos conserva,
Do mal que nos atinge,
Mas a salvação restringe-se,
Ao dinheiro e não à fé que a igreja hoje exige,
Religião serve de véu para esconder as intenções,
Politicas, monetárias, aniquilam-se as nações,
Com Deus à la orgia, ouve lá funda-se o alicerce,
Das ditas guerras santas em que o hino sempre perece,
Em nome de Deus duplicam-se os conflitos,
Ninguém escapa o mundo enfraquece e treme como o Papa
Religião ou terrorismo, crença ou fanatismo,
Alimenta o ódio em homens e conduzindo-os para o abismo,
Acomoda-se o povo na ignorância do latim,
A mil e um amuletos para se socorrerem na agonia,
E todos querem pregar o quanto Deus é grande,
Quando só santos de pedra põem joelhos em sangue,
Em troca de um milagre quantos fazem sacrifício,
Quando mais não se trata de um deus fictício,
Padres no celibato convertem-se à poligamia,
Violando crianças em actos de pedofilia,
Cria-se hierarquia, em congregações,
Com promessas de mudança em troca de cifrões
Um deus para cada um, nasce uma nova divindade
Seremos bons servos, ou senhores da iniquidade…

Será fé ou acomodação, de cada interpretação,
Que suscita uma nova religião,
Se alguém nos leve e nos guie à submissão,
E adoração de deuses aceites por imposição,
Será fé ou aceitação de cada interpretação,
Que suscita uma nova religião,
Sem ripostar respondemos com obediência,
Por valores que nos são impostos por meio de intransigência,

Segundo Deus, de igual valor é todo o ser humano
Ouvem-se vozes de protesto em pleno o Vaticano,
Bispos europeus disputam a sucessão do padre,
Pretendido é um bispo negro, agora toda a gente ataca,
Enquanto o povo cultiva a esperança,
Igreja fomenta o preconceito, sentimentos de ódio e vingança,
Promessas de salvação, uma terra prometida,
E o suicida, em nome de deus sacrifica a vida,
Combate do século, Islão contra cristianismo,
Protestantismo defronta o catolicismo,
Então mais um massacre, que se leva a cabo,
Derramado o sangue regozija-se o diabo,
O povo agarra-se a estatuas, retratos para o seu sustento
Ouvindo heresias pregadas, dentro de cada templo
Seguindo fundadores de religiões sem fundamento,
Possuidores de fé passageira como o vento,
Louvam deuses humanos, não um deus celestial,
Porque é visível e palpável e muito mais real,
Ajusta-se um deus às necessidades, conveniências,
De cada um, consoante as exigências,
Homens de fé saciam a sua perversidade,
Em jovens catequistas pondo um termo à sua virgindade,
Humanidade devota, entregue ao pecado,
Julgando valorizar tudo quanto à mais sagrado,
Cultivando falsas crenças, falsas profecias,
Teremos vida eterna, ou será o fim dos nossos dias,
Falsas crenças, falsas profecias,
Teremos vida eterna, ou será o fim dos nossos dias,

Será fé ou acomodação de cada interpretação,
Que suscita uma nova religião,
Se alguém nos leve e nos guie à submissão,
E adoração de deuses aceites por imposição,
Será fé ou aceitação de cada interpretação,
Que suscita uma nova religião,
Sem ripostar respondemos com obediência,
Por valores que nos são impostos por meio de intransigência…

sábado, dezembro 17, 2005

Pensamento do dia

Sobre o nosso julgamento acerca de vida ou morte..


Alguns dos que vivem talvez mereçam morrer,
mas alguns dos que morrem merecem viver...

Também consegues dar-lhes a vida?

sexta-feira, dezembro 16, 2005

Arrepiante...

AVISO QUE AS IMAGENS SEGUINTES CONTÊM CENAS CHOCANTES E NÃO DEVEM SER VISTAS POR PESSOAS IMPRESSIONÁVEIS!

Cães e gatos mortos cruelmente pelo pêlo...

Flash retirado desta notícia.

quinta-feira, dezembro 15, 2005

O Crescimento...



Cresci... percebi que isso seria voltar a ser pequenino, simples e deixar de ser complicado.

Deixei de jogar, comecei a viver...

A vida não é triste, é triste é a forma como a vemos... aprendi, que aprender não é ser melhor que os outros, é ser humilde..

Aprendi que mais do que um olhar, um sorriso, e uma gargalhada, uma relação precisa de muita conversa e compreensão...

Percebi que não era "o que as outras pessoas me podiam oferecer", mas o que podíamos oferecer uns aos outros...

Percebi que liderar não é mandar.

Percebi que amar, não é estar apaixonado.

Percebi que não preciso de cem amigos, bastam dez... bastam cinco... bastam três.. verdadeiros amigos.

Percebi que o carácter não é o que fazemos quando alguém está a olhar, mas o que fazemos quando ninguém está.

Percebi que rir não é gozar e que fazer alguém sorrir é a melhor gratificação do mundo.

Percebi que a vida não se trata de onde chegamos, mas o que fazemos no caminho.

Percebi que viver é aprender, sonhar e amar....


[Este texto consiste na quinta parte do meu auto-retrato; as restantes partes poderás encontrar na secção Eu, subsecção Auto-Retrato da minha página pessoal.]

terça-feira, dezembro 06, 2005

Site Feed..

Activei à momentos o site feed por XML para que as, (poucas), pessoas que lêem este blog o possam fazer mais comodamente sem necessitarem de vir ver periodicamente a página...

Encontra-se agora um pequeno ícone no barra esquerda ao fundo, que contém o link do feed XML do blog, igual a este:

Entries Feed - XML


Isto permite a quem tem um leitor de RSS/XML que possa ser avisado que existe um novo post no blog ou mesmo ler o post sem ter que vir a esta página..

Eu gosto bastante deste sistema, e uso como interface o Mozilla Thunderbird por isso aconcelho-vos a experimentarem :-)

Mais informações aqui.

segunda-feira, dezembro 05, 2005

After-Xav



Pensamento retido: "As perguntas que não temos, têm resposta no silêncio que não fazemos."


Depois do primeiro After-Xav à 2 anos as expectativas presumiam-se altas para este segundo, assim sendo quando comecei os ensaios na introdução estava algo agitado... digamos que também não era para menos, os ensaios não estavam a correr exactamente bem.. mas pronto, depois de cavar à volta de uma tenda de circo os ensaios começam a ser algo a que ligamos menos...

Mas voltando ao assunto, comemorar os 500 anos do nascimento de Francisco Xavier entre amigos acho que foi uma das minhas apostas melhor ganhas dos últimos tempos!

A abertura, majestosa e surpreendente, até cavalos houve, os momentos de oração/consagração, o convivio, os brutalmente espectaculares powerpoints, as reflexões, os workshops (acho que não os podia ter escolhido melhor..), a vigília e a experiência de missão (que ainda agora acho que não consegui "digerir" totalmente).. e por fim a despedida em grande!

Ficam aqui algumas das coisas que foram ficando pela minha cabeça...







...Sábado - Workshops...



--> Workshop Missa de A-Z:

Este workshop foi uma missa explicada e seca, (ou seja não foi dada por um padre como uma missa "real", mas foi dada por um leigo exemplificando para explicar os vários aspectos.



--> Workshop de Relações (Namoro/Casamento...)

Resumindo algumas das coisas que me ficaram em alguns tópicos simples..

- Uma relação não é só rosas.

- O mais importante numa relação, para além de gostar da outra pessoa é falar.

- O que fica depois da paixão é a amizade e companheirismo.

- Não devemos tentar modificar a outra pessoa à força, devemos tentar aceita-la.

- Devemos ter espaços comuns mas também espaços privados... Não devemos obrigar a outra pessoa a fazer o que não gosta, no sentido de ir ao futebol connosco não gostando, sendo que nós adoramos... devemos dar liberdade de opção sempre.

- Devemos no entanto tentar ter actividades "fora de casa" comuns, praticar um desporto em conjunto, ser duma direcção de campos de férias, etc..

- Parar um bocadinho uma vez por mês para falar, um pouco o "ponto da relação" e como cada uma das pessoas está.

- Não vale a pena juntarmo-nos a uma pessoa, ir viver para uma casa comum se é "só para tentar", porque uma relação é feita de dificuldades e assim à primeira iremos abandonar a relação.

- Não casamos só com outra pessoa, casamos com a familia da outra pessoa também, por isso é importante conhece-la.

- A relação física é a certo ponto o evoluir da relação, e a certa altura um casal poderá sentir a necessidade de dar esse passo, estando ou não casado, sendo no entanto isto feito com consciência que tem um objectivo, o objectivo de tornar a relação mais forte, em direcção ao futuro.

- Quando tivermos uma discussão, que iremos ter, devemos falar, dar o "feedback" do que nós pensamos, passando um pouco a expressão: "só não falarmos quando a outra pessoa está a falar".




--> Sucesso e Humildade

Neste workshop durante a conversa foi nascendo em mim uma questão: "É-se feliz por ter sucesso ou tem-se sucesso por se ser feliz?"...

- Ser humilde não é ser "pequeno" é ser sincero.

- O conceito de sucesso é bastante subjectivo, o nosso próprio conceito de sucesso deve ser uma coisa que nós conduza à felicidade muito mais do que ao reconhecimento público.

- O sucesso em geral é considerado como uma medida de prestigio, não sendo no entanto essa a melhor "medida".

Em resposta à minha pergunta feita durante o workshop ficou uma possível resposta:
- Provavelmente estando felizes já estaremos à beira do "nosso sucesso", sucesso sem felicidade não tem sentido, pois as metas para as quais trabalhamos devem ser proporcionais à nossa felicidade quando as realizamos, ou então talvez não estejamos realmente a ter sucesso, pelo menos na sua verdadeira ascenção.





...Domingo - A Missão...


Num momento de oração o P. Carlos Carneiro sj propos que escolhecemos das missões que iriamos ter como propostas uma, olhando para a imagem do Cristo sorridente, sabendo que seria essa que faria sentido para nós... quando vi as várias propostas houve uma que me saltou à vista imediatamente...


"Prisão de Coimbra"

Algo me atraiu ali, entre as várias opções de visitar hospitais, pessoas idosas, e vários outros...

A escolha não se podia mostrar mais acertada, um pouco sem saber o que ia fazer, mas completamente motivado cheguei à prisão.. (já sem telemóvel, carteira.. etc - por sugestão dos jesuítas de os deixar na carrinha, algo que de inicio não me deixou muito confiante), a questão impunha-se, o que ia eu fazer à prisão de Coimbra, na qual já tinha passado por fora dos muros tantas vezes..

A resposta foi de inicio assustadora, ia para a prisão central, (aquela onde estão os presos com penas mais graves), falar com eles... várias coisas passaram pela minha cabeça: "O que vou falar com eles?", "Será que eles serão minimamente simpáticos?", "Será que lhes apetece mesmo falar com um bando de jovens?"..

Rápidamente tive uma lição em um capítulo sobre visitas a reclusos:
O que nunca fazer:
- Perguntar a eles porque é que eles estão ali.

O que fazer:
- Falar como se fala com um amigo, sobre desporto, sobre a prisão, sobre o que quisermos...


A visão foi algo arrepiante, a prisão digamos que tem um edificio bastante incomum, que vim a saber ter sido originalmente um mosteiro..

Depois de uma pequena visita guiada e de vermos alguns dos passatempos como peças feitas por eles para o teatro, foi a altura pela qual estavamos todos na espectativa, entramos num hall, eramos cerca de 15 pessoas e rapidamente vimos que cerca de 20 reclusos vieram ao nosso encontro, rapidamente o gelo quebrou com as apresentações deles, repletas de humor, que nos puseram muito à vontade e deram aso a conversas "1 para 1", a simpatia e humor daqueles homens, que mesmo estando presos à vários anos, nos receberam assim, é algo que tão cedo não esquecerei.

Ficaram alguns pensamentos sobre as prisões, como a droga as influência, a impossibilidade de criar amizades lá dentro, a tristeza da pouca reintegração social, a agora mais próxima realidade, a lição que não são só os "psicopatas doidinhos" que lá estão, mas que as vezes a droga levamo-nos para onde nunca julgariamos chegar .. a compreensão foi a lição que recebi daqueles homens e que agradeço.

Fiquei a perceber que na realidade a prisão em geral não reintegra, pune apenas, ou ainda leva aqueles homens e mulheres mais fundo do que quando eles ali entraram.. será mesmo a melhor opção?

Ficou a semente cá dentro, espero em breve ter outra oportunidade de repetir o voluntáriado, junto daqueles homens que afinal não são bestas como os julgava mesmo sem os conhecer, são na realidade seres humanos, como nós, com problemas, mas que continuam a ser seres humanos.



Carregado de emoções e com a noção que tinha aprendido muito naqueles 3 dias cheguei ao colégio e despedi-me...

E assim acabou o After-Xav..



Ficou-me um último pensamento: PIS: P. Fabro, Inácio de Loyola, Francisco Xavier.


Private-joke: "Então mas os sacanas nunca se lembram do Pedro, e porque raio é ele só beato?"

domingo, dezembro 04, 2005

Pensamento do dia

"A normalidade está tão longe dos valores de uma sociedade sã, que acaba por ser fatal, para sermos fiéis ao que acreditamos e somos, ser-se um grande anormal!"

Retirado do blog da minha amiga 'aprendiz' - "Ao Relento"