sábado, dezembro 30, 2006

Imagens...


Há uns tempos durante uma conversa perguntaram-me a diferença entre programação de baixo e de alto nível...

Hoje ia a conduzir e tive uma ideia de como dar essa imagem sabendo que a pessoa não era da minha área...

A imagem é esta:

Carro de mudanças automáticas: Dá para andar, tem menos um pedal funciona exactamente igual, mas não dá para ter controlo total, para facilitar remove-se o controlo parcial, sobre as mudanças do carro. (assumindo que não podemos ter controlo sobre as mudanças)

Carro de mudanças manuais: Temos mais controlo, podemos usar que mudança queremos, a que hora queremos... mas, temos também mais trabalho, temos *de facto* que mudar de mudança para acelerarmos, para andarmos para trás etc.


Serve também para dar uma imagem, abstracta mas simples das diferenças entre Windows (Automáticas) e Linux (Manuais).


Andava a tentar achar uma boa explicação desde que me perguntaram a diferença...

...um pouco geek da minha parte e fora do contexto dos posts "normais", mas quis partilhar na mesma convosco e aproveito e desejo...


BOM ANO NOVO! :-)

quinta-feira, dezembro 28, 2006

Citações...



A melhor frase que já vi num filme português:

"Digam-me os vossos nomes que eu mato-vos por ordem alfabética!"


Embora o filme seja...não dos melhores...

...ficou a genialidade da frase :-P

quarta-feira, dezembro 27, 2006

Conduzir


Hoje descobri um mito português que a mim me faz confusão... porque este eu próprio acreditava... e embora já me tivesse interrogado e conversado com algumas pessoas sobre isso, bastantes tinham-me dado justificações que pareciam válidas... e o mito persistia...

"Conduzir em tronco nú é atentado ao pudor..." ou "Conduzir em chinelos não é permitido, porque prejudica a condução..."

Mas, mitos aparte:

Conduzir de chinelos, em tronco nú, de biquini, NÃO sãi penalizados pelo código da estrada, ou seja, não dão multa nem qualquer outra sanção...

Se estão agora a perguntar-se como sei eu isto: vejam isto.

Lá vai mais um mito para o armário...

...mas este infelizmente conseguiu-me enganar por algum tempo!

terça-feira, dezembro 26, 2006

Crescer...


Hoje ao relembrar um livro que ofereci, estive a pensar sobre o crescimento...


É engraçado como nascemos, focados em nós mesmos, o mundo, o universo somos nós, choramos quando temos fome, alguém prontamente nos alimenta, choramos porque estamos sujos, alguém trata disso... rimos quando alguém nos diverte, a fazer caretas à nossa frente... o centro do mundo somos nós, é facto!

Vamos crescendo, e mais ou menos rapidamente, (se tudo correr bem, ou pelo menos acho que positivo), vamos desfocando.. ou seja, deixamos de ser o centro de tudo, deixamos de ter de ter sempre toda a atenção do mundo, e que reclamavam caso não a tivesse..

Deixamos de reclamar por estarmos aborrecidos ao estar numa fila de pessoas para almoçar...

Provavelmente, as vezes, deixamos de todo de estar aborrecidos, porque temos a cabeça a pensar em mil coisas enquanto estamos ali à espera...

Vamos tendo apenas um grupo de pessoas próximas às quais de facto "exigimos" atenção, a atenção necessária para nos sentirmos bem, são aqueles que mais tarde percebemos que são realmente os nossos amigos... e claro à nossa família próxima.

Começamos de facto a ver que o mundo vai muito para além de nós, que existem milhões de pessoas, que são tão importantes como nós, muitas das quais são mais inteligentes, outras mais ricas, provavelmente muitas mais pobres... mas isto não interessa nada, porque deixamos de ter a necessidade de ter tudo o que vimos na TV, ou o que os nossos amigos têm...

Começamos a ter realmente a noção que o importante são as pessoas... percebemos o voluntariado, experimentamos, vemos que é das melhores sensações... ajudar alguém...

Crescemos e deixamos de ter necessidade de ter um carro igual ao do vizinho, porque o importante não é isso... não é necessário para nós sentirmos integrados, para nos sentirmos ao nível das outras pessoas, para não nos sentirmos abaixo de quem tem.

Percebemos algumas das coisas mais difíceis: que cada um de nós tem um lugar na sociedade, e talentos para o exercer, o gosto ao fazermos aquilo que gostamos mesmo é indescritível.

Finalmente, sentimo-nos bem, estamos lado a lado com as outras pessoas, continuamos a ter um mundo interior talvez, onde somos senhores e mestres, mas é um mundo que temos consciência que é um resto de criança em nós, e no mundo real, somos e tratamos todos como iguais independentemente do que tenham ou sejam...



Nascemos no centro...

...e crescemos ao integrar o circulo do mundo!

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Prendas... estranhas...



Hoje ofereci este livro a uma pessoa especial.

Identifico-me bastante com a personagem do livro, um miúdo autista com uma visão peculiar do mundo...

Espero que tenha gostado da prenda...

...no fundo ofereci um pouco do meu mundo :-)

sábado, dezembro 23, 2006

Thanks for smoking



Ficou-me uma frase...

"See, Joey, that's the beauty of argument. When you argue correctly, you're never wrong."


Um filme para despertar atenção...

...para algumas coisas interessantes :-)

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Momento Nostálgico


"Empty your mind. Be formless. Shapeless. Like water. Now you put water into a cup, it becomes the cup, you put water into a bottle, it becomes the bottle, you put it in a tea pot, it becomes the tea pot. Now water can flow or it can crash. Be water, my friend... " - Bruce Lee

quinta-feira, dezembro 21, 2006

É natal...


Chegou o natal...

Afinal o que é o natal?

Começou por ser o nascimento de Cristo, provavelmente teve antes disso ainda outra qualquer festa pagã associada...

E agora...é a data onde aparece o Pai Natal, um senhor criado pela Coca-Cola com bases do S. Nicolau, e que distribui prendas...


Será que de facto a sociedade em geral esqueceu a base das actuais comemorações, ou quer esquecer, ou o próprio cristianismo/fé em geral está a começar a ser posta de parte...

...ou é apenas o consumismo a falar mais alto?


Embora o natal neste momento seja realmente vocacionado para as crianças, (pequenas é grandes :-P) e para a família...

... muitas vezes parece que a única coisa que se investe é material...

domingo, dezembro 17, 2006

Fim-de-Semana



Foi bom relaxar...

Estar com pessoas que dão muito de si...

Valeu definitivamente a pena!

Obrigado :-)

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Misticismos



Ultimamente tenho pensado em algo que me faz alguma confusão.. a crença em misticismos...

Antes de mais, há a referir que sempre fui uma pessoa fascinada pelo "oculto" e especialmente em tentar ver se existe algo assim... muito derivado do "duelo" entre a minha parte racional que não acredita, e a parte sentimental que gostaria que existisse.

Há então a referir que não encontrei nada até hoje que me faça acreditar que algum dos "misticismos" mais comuns tenham algo de verdadeiro, e com isto não digo que as pessoas são mentirosas, apenas digo que podem de facto realmente acreditar que aquilo é real, e através disso transmitir a crença a outras.

Curiosamente sempre pensei que em parte o misticismo esta associado também às pessoas com fé em alguma religião, porque pensei que era mais fácil para algumas pessoas acreditar em algo, sem provas físicas, era um pensamento lógico, mas ultimamente tenho verificado que embora lógico não é assim tão real...

Vejo pessoas, com formação a não acreditarem em nenhuma religião mas a acreditar em misticismos... isto deixa-me bastante confuso.


Embora as grandes religiões, com os extremismos, entrem em caminhos que lhe retiram credibilidade, continuam a ser, do meu ponto de vista, muito mais fundamentadas e credíveis que qualquer tipo de misticismos...

No entanto, actualmente vejo muito mais estas a serem questionadas que qualquer tirada de tarot, ou vidente...

Confesso que não percebo muito bem este efeito, sempre acreditei que a incredulidade seria coerente, ou seja, se alguém dizia que não conseguia acreditar em algo sem provas físicas não acreditava em nada, fosse religião ou misticismo.

Não tentando defender que acreditar numa religião é melhor ou pior, (porque não acho que seja), acho que depende de cada pessoa, faz-me imensa confusão a fé em algo tão simples de produzir como uma tirada de cartas que qualquer pessoa aprendendo pode fazer tornando as coisas de tal forma adaptáveis que qualquer pessoa pode "colar" a resposta à sua vida, tendo identificações imediatas.

É fácil com algum treino fazer as pessoas irem completando algo que estamos a dizer, de forma a parecer que sabemos algo que não era suposto... até porque, no fundo, todos estamos a "trabalhar" para o mesmo.. ser felizes... e a maioria das vezes passa pelo mesmo, alguém que gostemos, alguém que goste de nós, para uns dinheiro, para outros sucesso...


Embora gostasse de ter "super poderes"...

...continuo a achar impossível.. mas isto sou eu...


Ps: Com este post não quis de todo associar as religiões ao misticismo, mas a relação que pensei haver entre a facilidade das pessoas em acreditar em algo.

sábado, dezembro 09, 2006

Finalmente...


Finalmente...

...consegui passar da ideia à prática.

Viver o dia por pior que corra com alegria, transmitindo aos outros essa alegria e deixando que eles a voltem a transmitir para mim...

...viver é mesmo fish!

quinta-feira, dezembro 07, 2006

0/0



Desta parece ter sido de vez...

O problema milenar da divisão por 0 foi resolvido, pelo Dr. James Anderson.

0/0 = nulidade (novo "número" fora da escala)

Quem tiver curioso pode ler mais aqui.


É uma ideia simples...

...mas afinal quase todas as geniais acabam por ser!

quinta-feira, novembro 30, 2006

Segredos..



Há segredos duros de manter... tenho aprendido isso.

Tendo a noção que o segredo é necessário, devido a promessas, ou laços de confiança, e sabendo que podem quebrar outros laços, às vezes...muitas vezes... vezes demais...são difíceis de manter.

Mas quebra-los, implica quebrar também a confiança em nós... e isso é algo que não acho correcto abdicar.

Balanço entre o correcto e o fácil para mim...

A ética pessoal destas situações é drástica, no entanto, luto por fazer o que acho correcto, para não desiludir ninguém, para não enganar ninguém... o que nem sempre é possível...


De qualquer maneira, mantenho a minha atitude...

...as vezes agir correctamente, pelo menos do meu ponto de vista, é mesmo duro...

segunda-feira, novembro 27, 2006

Click...



Estava a pensar que me ia rir, e afinal ri-me.... e tive uma lição de vida...


"E se tivesses um comando que controlasse o universo, o que fazias?"


Grande filme!

Afinal Hollywood ainda me consegue surpreender...

...muito pela positiva :-)

sexta-feira, novembro 24, 2006

Realidade ou mito?

Desde que foi posta a proibição a telemóveis nas bombas de gasolina sempre me perguntei qual o motivo que lhe deu origem... tinha algumas reticências em acreditar que um telemóvel podia provocar uma explosão... mas acabava sempre por me esquecer de pesquisar, hoje lembrei-me...


Comecei por achar isto:


"Fonte: Eng. Manuel Valle Domingues, administrador da Esso Não havendo certeza, a peritagem concluiu que o uso de um telemóvel foi a causa provável do incêndio numa estação de abastecimento de gasolina na Malásia.

A explicação é a seguinte:
Os telefones celulares são aparelhos eléctricos e como tal podem causar faíscas quando se verificam avarias.
De facto em quase todos os manuais destes aparelhos vêem descritas restrições ao seu uso, o seu uso em ambientes inflamáveis (neste caso os vapores de combustível) é uma delas."


Achei a afirmação acima bastante duvidosa, continuando a pesquisar...:


"A proibição do uso de telemóveis em bombas de gasolina, que teve início legal em Portugal em 2003, baseada numa famosa explosão numa estação de serviço da Malásia, pode estar alicerçada em pressupostos científicos errados ou, no mínimo, muito discutíveis. Quem o defende é Adam Burgess, professor da Universidade de Kent, em Inglaterra, que empreendeu exaustivas investigações acerca do que apelidou de "Mito dos Telemóveis Causarem Explosões em Estações de Serviço".

De acordo com as conclusões de Burgess, é muito mais fácil "culpar" um telemóvel por uma explosão numa bomba de gasolina do que investigar as suas causas em profundidade. Para o investigador, a estática acumulada pelo aparelho e potencial causadora de incêndio muito dificilmente seria suficiente para causar a explosão, pelo menos não mais do que a energia potencial oriunda de uma camisola de lycra, por exemplo.
Burgess sustenta que a proibição do uso de telemóveis em bombas de gasolina só se mantém porque previne a distracção dos condutores ao abastecerem o veículo. O professor, autor do livro "Cellular Phones, Public Fears and a Culture of Precaution", vai mais longe: "A quantidade de energia é baixa demais para causar qualquer tipo de efeito físico, particularmente no que respeita aos telemóveis mais modernos. Acresce o facto de que causar uma explosão não é fácil. Por mais intuitivo que possa parecer, não é sequer possível que um cigarro aceso cause a explosão de gasolina porque, simplesmente, não tem calor suficiente".

Além disso, Burgess defende que a proibição do uso de telemóveis em estações de serviço tem consequências nefastas, nomeadamente o confronto entre clientes e empregados das referidas estações, o desvio das atenções para os perigos reais de incêndio - sobre-enchimento dos tanques ou colisões - e a estigmatização dos aparelhos.

Outras investigações tornaram clara a impossibilidade virtual dos telemóveis serem os causadores deste tipo de incêndios. Várias conclusões científicas extraídas de uma conferência que teve lugar em Londres, em 2003, levaram a que os representantes da indústria móvel no Reino Unido pressionassem activamente o sector petrolífero para revogar a proibição.

Uma mensagem de correio electrónico que tem circulado recentemente pela Internet, supostamente emanada da Shell Oil Company, alerta para os perigos do uso de telemóvel em estações de serviço, avançando com números estatísticos acerca de alegados incidentes do género nos EUA. O gigante petrolífero já desmentiu a autoria do e-mail, mas o desmentido teve pouco impacto face ao elevado nível de circulação da falsa mensagem.

O que é facto é que, apesar das investigações científicas e dos desmentidos públicos, a ideia que prevalece é a de que os telemóveis são, de facto, potenciais causadores de incêndios em bombas de gasolina. E a proibição da sua utilização nas estações de serviço continua em vigor, sendo a sua vigilância cada vez mais apertada.

Até quando? E a quem poderá interessar? As questões ficam no ar, mas para aceder na íntegra à pesquisa do professor Burgess, basta ir ao link respectivo na página da Universidade de Kent."



end of quote




Como pensava antes de começar a pesquisar tudo não me deixa de parecer um "hoax" como tantos outros, que acaba por subsistir pelo medo das empresas petrolíferas que preferem alimentar algo que não sabem ser verdadeiro do que orientar um estudo real, para descobrirem a verdade...


Mitos, há muitos...

...mas a escala deste é surreal!

quinta-feira, novembro 23, 2006

Silêncio...


Nestes últimos dias, tive uma experiência, que inicialmente não foi de todo propositada, mas que se veio a mostrar extremamente interessante...

O rádio do meu carro teve um bloqueio de segurança, ou seja, começou a pedir os 4 dígitos mágicos para voltar a funcionar normalmente... obviamente, seguindo as Leis de Murphy, não faço ideia onde é que isso está.


Consequência directa: não posso usar o rádio.


O que começou por ser uma coisa extremamente estranha e até irritante, porque "havia silêncio a mais" acabou por me fazer pensar acerca disso...

Ao andar de carro, todos estamos habituados a ter música como fundo, caso estejamos sozinhos ou não... o que acontece quando o tiramos? Provavelmente um sentimento de desconforto... dei comigo imensas vezes a ir com a mão inconscientemente ao rádio para o ligar...

Será que perdi a capacidade de estar em silêncio?

Será que preciso de estímulos constantes em algum dos meus sentidos?

Ou será apenas hábito?


De qualquer forma, ainda existe algo mais subjacente a tudo isto, a música previne o silêncio incomodativo que existe caso existam 2 ou mais pessoas num carro e não estejam a conversar, assim que a removemos, cria-se um silêncio pesado, difícil de manter... dai pode-se concluir, (podendo ser falacioso), que a música pode ser usada como "fuga" ao esforço de formular conversas que nos estimulem.

De qualquer maneira, toda esta onda de pensamentos pode só ter surgido, porque realmente estava silêncio, e o meu cérebro foi divagando, não tendo música, não pelas emoções que normalmente a elas associo, pelo raciocínio lógico...


E tu...

...consegues "andar" sem música no carro?

quarta-feira, novembro 22, 2006

Curiosidade do dia


Origem da gravata:

" A origem do nome remonta à palavra 'croata'. No século XVII, um grupo de mercenários da Croácia enfrentou tropas francesas com lenços elegantemente amarrados ao pescoço. Algum tempo depois, os franceses passaram a usar esses adornos e os baptizaram com o nome de seus inimigos. Ao longo de dois séculos, os lenços transformaram-se em peça do vestuário masculino com corte próprio e os tecidos mais adoptados, além da seda, foram o linho, a musselina e a renda.

Há alguns anos, aprender a dar nó em gravata era uma espécie de rito de passagem de criança para a adolescência. Com o apogeu da contracultura, no final dos anos 60, a maioria dos homens deixaram de usá-las, mas elas voltaram na década passada pelas mãos dos yuppies americanos. Mas, quando fala-se de elegância, o 'velho mundo' faz a moda. "



Curioso ver de onde provém as coisas que vemos usar, ou usamos no dia-à-dia...


Curioso ainda mais abstrair-mo-nos do mundo, e pensarmos um pouco o quão estranho é por vezes um pedaço de pano ao pescoço nos conseguir dar autoridade...


Mais curioso ainda ver a sua evolução em termos de quem as usa...

...de guerreiros, para empresários de armas...
... e não só...

terça-feira, novembro 21, 2006

Hoax


Há poucas coisas que me irritam tanto como os "hoaxes"...

Para quem não sabe:

"Hoax ('embuste' numa tradução literal) é uma mensagem cujo conteúdo é "alarmante". A definição mais real sobre hoax é que é um vírus social, que utiliza a boa fé das pessoas para se reproduzir, sendo esse o seu único objetivo. De forma mais simples, hoax é um boato intencional e falso. Dá-se o nome de hoax a histórias falsas recebidas por e-mail, que geralmente ameaçam o destinatário com a destruição, contaminação, formatação do disco rígido do computador, ou qualquer outra desgraça, caso não faça o que for solicitado na mensagem. "


Etimologia

A palavra hoax veio do pretenso encantamento hocus pocus. "Hocus pocus", por sua vez, pode ser uma distorção da expressão latina "hoc est corpus" ("este é o corpo") proferido durante a missa. O assunto ainda é controverso entre os etimologistas.


Fonte: Wikipédia



O que me irrita nisto, é que é fácil alguém utilizar o medo geral das pessoas e a sua falta de conhecimento/ingenuidade para faze-las continuar a difundir aquelas mensagens irritantes que vemos constantemente no e-email ou em sms...

- Emails são vírus
- Alguém precisa de sangue
- Se passares a mensagem vão te dar XXX €
- O messenger vai ser pago, passa esta mensagem como revolta...
- Etc, etc, etc...

Como lutar contra isto?

Fácil, usar a cabeça! Quando recebemos este tipo de mensagem, só a passamos quando temos a certeza que é real... como?

Fácil, usar o google! Procuramos por um pedaço de texto da mensagem, há vários sites dedicados a documentar os 'hoaxes' daí será fácil descobrir se a mensagem que recebeu é ou não verdadeira.

Em dúvida? Volte a procurar... porque se enviar um e-mail a pedir sangue, ou a dizer que o messenger vai ser pago a um amigo seu, provavelmente na base da confiança que ele tem consigo, ele vai acreditar, e dai a mensagem vai continuar a espalhar-se... e vai continuar a receber outras de amigos seus com coisas falsas...


Contra a má utilização da bondade alheia...
...uso o conhecimento!



Ps: Quem leu isto e se pergunta o porque da imagem deste post... é porque há quem afirme que a ida à lua foi o maior 'hoax' de sempre... mas isto poderá ser em si um 'hoax' para descredibilizar a NASA/USA... eu cá, ainda ando a googlar... (e provavelmente nunca ficarei totalmente exclarecido ou deverei dizer googlado? :-P
De qualquer maneira, este tipo de teorias da conspiração não me inspiram muita confiança...)

segunda-feira, novembro 20, 2006

Pergunta - Resposta



Há algum tempo, num dos comentários deste blog perguntaram-me isto e isto...

Depois de pensar bastante sobre isto, deixo a minha resposta...


Acho que dou extrema importância ao conhecimento e à reflexão, sejam ou não coincidentes as conclusões com as minhas.

A verdade é que as vezes digo, meio a brincar meio a sério que "não gosto de pessoas burras", porque me faz confusão que alguém não procure cultivar-se a si mesmo, seja adquirir conhecimentos do que gosta, do que acaba por estudar, etc.

Acho que liderar vem em consequência disso, acho que algumas vezes sinto que posso contribuir com algo, (talvez seja neste ponto arrogante..), normalmente apenas nos casos em que eu próprio já tenho, (ou sinto que tenho), alguma formação e/ou reflexão sobre o tema, e dai me sinto confiante ou melhor, capaz, de ter uma direcção orientadora capaz de melhorar as coisas, pelo menos do meu ponto de vista... se bem que afinal, a definição de líder diz que: é líder aquele que faz com que todo o grupo passe a ter a sua própria visão das coisas, unificando e fazendo assim o grupo remar por um objectivo comum.

Embora me tenha custado a aceitar, aprendi um pouco por experiência que é sempre preciso um líder, liderando o grupo tendo ele próprio e o grupo consciência disso ou não, assim, as vezes, vejo-me com habilitações para isso... no entanto, acho sempre o discernimento de por iniciativa liderar,essencial, e dai dar tanta importância a reflectir sobre isto...

Eu sou/aceito ser líder se tiver consciência completa do motivo pelo qual estou a tomar essa atitude, se é do meu ponto de vista um motivo válido, e se tenho "formação"/conhecimentos na área para o ser correctamente... porque afinal, ser líder, só por ser, ou apenas pelo ego é algo que quero a todo o custo evitar para mim mesmo.

No fundo, reflicto sobre a liderar para que, em paz, discirna se sou um não líder em cada caso, ou talvez mesmo no geral, e fique em paz comigo mesmo após a minha decisão.


E sobretudo porque somos todos líderes...

...pelo menos da nossa vida!

domingo, novembro 19, 2006

formar


formar... pessoas


do Lat. formare

v. tr.,

dar forma a;
amoldar;
produzir;
fabricar;
criar, conceber;
traçar;
planear;
estabelecer;
educar, instruir;


Esclarecido o conceito, resta a reflexão da melhor maneira de o fazer...

...e a maneira de o aplicar...

sábado, novembro 18, 2006

Filmes...excêntricos



Little Miss Sunshine, tradução portuguesa: Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos

Confesso que me assustei no inicio deste filme... estava à espera de uma típica comédia "palhaça" e acabei por achar uma comédia bastante invulgar...

Um filme para "excêntricos" mas que não deixou de valer a pena...

Recomendo a quem goste de comédia e queira fugir do típico filme hollywoodesco.


Afinal o início foi excêntrico mas...

...o fim valeu a pena...
...e eu também sou excêntrico por isso...
...(aparte: não é daquele modo :-P)

sexta-feira, novembro 17, 2006

...



As vezes apetece-me repetir bastante, tendo noção que me posso tornar monótono...

...és especial ;-)...

sexta-feira, novembro 10, 2006

Curiosidade do dia


Pensemos na terra, com montanhas como o Everest e mares profundíssimos...

"Se reduzirmos a terra para o tamanho de uma bola de bilhar e a compararmos com uma bola de bilhar normal, a mais lisa será a terra. Pelo contrário se aumentarmos uma bola de bilhar até ao tamanho da terra, teremos crateras e montanhas de centenas de quilómetros..."


Citando um antigo jornalista que gostava bastante...

"E esta hein?"

sábado, novembro 04, 2006

Abraços Grátis


A campanha "Abraços Grátis" fascinou-me...


Apetece ir para o meio da rua e fazer o mesmo :-)

Site oficial da campanha :-) www.freehugscampaign.org.


Obrigado pelo vídeo :-)


Ps: Podem encontrar aqui o "obrigado" da pessoa que começou a campanha.

sexta-feira, novembro 03, 2006

Porque?


Recentemente fiz um trabalho sobre Poder - Autoridade e Liderança...

Quando estava a pesquisar, dei comigo a reflectir sobre isto e acabei por ficar a pensar numa questão que parece de resposta óbvia mas que vi que não era tão linear...

- Porque obedece um filho aos pais?


Esta pergunta estende-se não só à sua infância, mas também adolescência, etc...

Gostaria de obter feedbacks das pessoas que me lêem :-)


Ps: Nas respostas não espero que considerem a intimidação física, mas sim os motivos para além disso... respeito?; opiniões similares?;...

quarta-feira, novembro 01, 2006

Pensamento do dia


"Se dissermos algo de mau acerca de outra pessoa descobriremos que a mesma critica se aplica a nós próprios.Os únicos erros que nos incomodam nos outros são aqueles que nós temos."

Albert Einstein

terça-feira, outubro 31, 2006

Latada 2006



Mais um ano...

Pus o grelo, agarrei no nabo e pronto, vamos lá continuar com a tradição, sempre vestidos a rigor :-)

É uma sensação indescritível participarmos na festa da academia, de uma maneira saudável, sem cairmos para o lado com sangue no álcool, com amigos, e muitas risadas à mistura...

Passou mais um ano...


Para quem não sabe o que é a latada, leia aqui.

segunda-feira, outubro 30, 2006

Liderar...



Desde há algum tempo tenho vindo a tomar uma atitude de liderança na maioria das "organizações" a que pertenço...

Se é facto que de inicio talvez fosse um pouco por protagonismo, já passei de longe essa fase.

Percebi que se quero realmente que as coisas avancem muitas vezes sou eu que devo tomar a iniciativa, e dai advém a minha nomeação de líder, aprendi que isso fará com que muitas coisas realmente avancem, avancem um pouco à minha imagem, mas sobretudo saiam da estagnação em que muitas vezes estão...

Se de inicio também era facto que liderava um pouco por instinto, sem grande experiência, e muito por instinto de "o que acho eu correcto", ultimamente tenho recebido uma forte formação em gestão, que conciliada com alguma experiência me deixa confiante e sem grandes receios à frente de várias coisas.

No entanto, por coincidência ou não, também foi agora que tive os maiores problemas e desafios na gestão de pessoas...

Curiosamente, foi também agora que li vários textos sobre conflitos em grupos, e porque é que estes tendem sempre a surgir... os conflitos surgem sempre que há um conflito de interesses, interesses contrários, ou que não se coadunem, tornam-se pouco a pouco em conflitos, mais ou menos, visíveis...

Assim sendo, o "trabalho" de um líder é sempre o de unir o grupo em função de um objectivo comum, deixando de parte os interesses particulares. Normalmente os líderes mais carismáticos fazem isto duma maneira quase inconsciente, alterando a visão do grupo para a visão deles próprios, passando o grupo a funcionar como um bloco único em busca dum objectivo único.

Após reflectir bastante, posso em casos particulares, por motivos pontuais, mudar a minha filosofia de liderança, mas em geral será sempre:

- Liderar pensando primeiro nas pessoas, depois nos objectivos;

- Liderar valorizando acima de tudo a comunicação;

- Liderar criando um espaço de liberdade, que permita um ambiente propicio à criatividade, um espaço alegre, aberto e divertido - (podemos fazer tudo mesmo o que pareça mesmo aborrecido duma maneira divertida, mas para isso é preciso ser motivado e estarmos com mais pessoas com a mesma vontade) -> Filosofia FISH;

- Liderar, (como aprendi), tentando fazer o mais nobre que um líder pode fazer, criar espaço para surgirem novos lideres;

- Liderar, tendo a lucidez de pedir opiniões a várias pessoas, de "contextos" diferentes, (afinal de contas a minha visão é subjectiva..);

- Liderar para criar valor, algo que após a minha saída não desvaneça, algo que dure e que os próximos a liderar possam usar;


Provavelmente não sou um líder carismático, e não sendo, também não espero que me assumam como tal, sou um líder de paixão e dedicação, um conciliador por natureza... líder de pessoas e não de objectivos...


As vezes penso se a minha frase de há uns anos.. "I'm not a leader of men, but i don't like to follow", não é mesmo real...

...por agora, enquanto sentir que sou útil, e tiver feedbacks positivos, continuarei!

domingo, outubro 29, 2006

Explosão de cor



A Sony lançou um anúncio para a BRAVIA que voltou a cativar-me... pela sua cor, por ser inovador, no fundo por ser brutalmente genial...

sábado, outubro 28, 2006

Filosofia: FISH!




"Sinopse: Pike Place Fish, em Seattle, é o local onde um dia alguém se deixou ficar a observar um animado mercado de peixe. A história desses invulgares vendedores de peixe foi filmada e contada num livro do qual se imprimiram milhões de cópias que foram lidas por todo o mundo, sem falar do enorme destaque que os grandes meios de comunicação lhe deram! A Presença integrou a versão portuguesa desse livro, FISH! Uma Nova Cultura na Empresa na colecção «Pontos de Referência». Por trás desta forma de trabalhar existe uma filosofia verdadeiramente revolucionária, assente em quatro princípios básicos que foram designados: «Brincar»; «Ganhar o Dia»; «Estar Disponível»; «Escolher a Atitude». Os autores criaram um programa com técnicas já comprovadas em milhares de empresas, e que podem ser postas em prática em qualquer tipo de actividade, organização, ou mesmo na vida privada."


Nestes tempo em que vi a minha posição de líder em algumas coisas tão posta em causa, valeu a pena ler, valeu a pena aprender, valeu a pena perceber que a brincar também se pode trabalhar, e ser mesmo produtivo.

Valeu a pena perceber que ser optimista vale realmente a pena...

Valeu a pena perceber que estar alegre é contagiante...

Agora só falta perceber...

... se consigo por isto em prática...

sexta-feira, outubro 13, 2006

Labirinto de Palavras



Dei comigo ultimamente a olhar para o "messenger" e para os nicks dos meus contactos, especialmente a malta das gerações mais novas.

Não estava a observar o que muitos chamam "escrita à pita" com muitos "x" e afins (coisa que confesso que não gosto nada... porque é uma distorção do sentido inicial que era abreviar palavras), mas sim a quantidade de nicks que tinham "amo-te, adoro-te"...

Confesso que me faz imensa confusão a banalização de algumas palavras... não pelas palavras em si, mas pelo que expressam, e dificilmente diria a um amigo ou mesmo até a uma namorada com quem tenho uma relação à pouco tempo que a amo, não por não sentir uma amizade, respeito ou paixão por ela, mas porque simplemente "guardo" essa palavra para usar mesmo em poucas ocasiões, talvez seja parvoice minha... mas acho que a palavra "amor" é na nossa sociedade o extremo do sentimento de afecto, amizade e respeito, e usa-la normalmente desiquilibra as noções "normais", se amo um amigo, também amo a pessoa que vive comigo uma vida inteira?

É um pouco como ter uma régua e só ter a marcação dos 10cm e não ter nada para trás nem para a frente...

A certa altura, a palavra deixa de ter o significado profundo que a caracterizava por ser banal ouvi-la ou dize-la.


No entanto, digo isto, acreditando plenamente que é possível, com a pessoa que passamos uma vida, dizer também todo esse tempo "amo-te" sem que perca o significado.


De qualquer modo, sempre fui meio "excêntrico" em algumas coisas, talvez isto seja uma delas...

...será que sou demasiado "selectivo" com o que digo?

quinta-feira, outubro 12, 2006

Haka


Fiquei curioso com este vídeo sobre uma praxe...

A dança pareceu-me altamente elaborada, achei fascinante ser uma praxe, e fiquei curioso, pareceu-me demasiado elaborado para não ter um background e o nome demasiado estranho para ser casual...

Dei comigo a pesquisar por "Haka"..
Inicialmente achei vídeos/imagens sobre as danças de equipas de rugby no ínicio dos jogos, mas quis ir mais fundo, e então estive a ler a história das hakas e de onde vinham...

Descobri que vinham da Austrália e datam de antes da sua integração no jogo, mesmo antes da chegada dos Maori, e está ligada ao culto do deus sol, amon-ra e o seu filho Tanerore com Hine-raumati,a deusa do verão.

É uma dança que ao contrário do que é por vezes dito é apela à sensualidade feminina.

De qualquer maneira, o tribalismo que consegue transmitir fascinou-me.

Tradições...

...interessantes!


Se tiveres curiosidade podes ver mais informação aqui.

terça-feira, outubro 10, 2006

domingo, outubro 08, 2006

Arrgggggghhhhhhhhhhh



Trabalho, trabalho, trabalho...

Coisas para fazer, coisas para coordenar, coisas para pensar, coisas atrasadas, coisas para criar....


ARGHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH...


Ritmo...
...mais do que alucinante, de deixar uma pessoa doida...

sexta-feira, outubro 06, 2006

Encontro - Long Tao 2006




Re-Encontro...

Voltar a reencontrar as pessoas com que partilhei o meu verão, mesmo numa altura em que o meu tempo escaceia é algo que definitivamente não me arrependo...


Mesmo com o cansaço, o sono, o esforço, as dores no corpo e um inicio de constipação...

...valeu a pena, pelos sorrisos vale sempre a pena!

quinta-feira, outubro 05, 2006

sábado, setembro 30, 2006

Steve Jobs




Acabei ontem de ler este livro...

Confesso que foi daqueles livros que me vidrou, queria lê-lo de uma só vez...

Podem até estranhar esse meu fascinio, porque não sou dos "seguidores" da Apple, e pouco conhecia sobre Steve Jobs, mas à medida que fui lendo o livro, e "via" os anos a passarem a as coisas fantasticas que Steve Jobs consegui, ainda mais, como as conseguiu queria ler mais, queria saber "o fim da história".. mesmo sabendo que tal não existia pois felizmente Steve ainda está vivo e traça os rumos da Apple, e da Pixar.

Mas adiante.. a verdade é que pelo pouco que sabia de Steve Jobs, tinha já ouvido falar dos seus "métodos incomuns" do eterno "rebelde" de t-shirt e calças de ganga que chegou, viu e venceu... a verdade é que esperava um líder à medida do que considero um líder "exemplar"... uma pessoa tolerante, que dá espaço à criatividade, que ele próprio "vive" de rasgos de criatividade, criando o ambiente ideal para os grandes génios... um pouco o lema de nem sempre o dinheiro é o mais importante e a valorização das pessoas e do seu trabalho.. claro que criticando quando este não vai no sentido correcto.


Tive um grande "choque" com o passar das linhas ao "conhecer" um Steve Jobs altamente autoritário, que usava as pessoas e suas ideias para o que lhe dava jeito, dizendo que eram suas... ainda mais espantando fiquei ao compreender que apesar de tudo isto e de muitas pessoas se afastarem dele porque já não conseguirem suporta-lo, que ele passo-a-passo tinha sucesso, muito devido ao trabalho dos que estavam ao seu lado, mas também sempre com a sua marca, e com o seu carisma que conseguia estimular as pessoas a trabalhar ao seu lado, fazendo-as acreditar no que ele acreditava, mesmo que isso fosse para todas as outras pessoas que viam, impossível...

Era o sonhador misturado com o ditador... uma mistura que nunca vi, e que confesso que me faz imensa confusão...

É a pessoa que necessita de ter as atenções e a glória para si...

É o líder que não estava à espera de encontrar...


No entanto os resultados são indiscutíveis, ele teve sucesso... ele é um gestor de sucesso... no entanto os motivos por trás disso são discutíveis. Confesso que pelo que li sobre ele, percebi que teve muito mérito pelas suas ideias exímias de design, mas acabou por ter uma filosofia que conseguia "afastar" dos cargos de poder as pessoas que não lhe interessavam, e de se apropriar das medidas que elas tinham tomado antes quando assumia certo cargo.


A verdade é que Steve Jobs chocou-me por ser um miúdo rebelde, que fazia o que queria, quando queria, acompanhado de quem queria...

Uma das provas disso é que ainda jovem, convenceu os pais a inscreve-lo numa faculdade que não tinham posses para pagar e passado algum tempo desistiu de estudar.

A sua rebeldia que se tornou em carisma acabou por marcar tudo à sua volta, e torna-lo num verdadeiro icone, depois de ser afastado da Apple, empresa que tinha fundado, pela sua personalidade, fundou a NeXT e comprou de seguida a Pixar, esteve com ambas à beira da falência, mas sem nunca desistir delas, também motivado pelo seu orgulho que não lhe permitia falhar depois de ser afastado da Apple...

Ironicamente, a própria Apple comprou a NeXT e salvou-o da falência, enquanto a Pixar em sociedade com a Disney mostrava ao mundo a nova onda de filmes animados... voltou a mostrar a sua personalidade quando conseguiu afastar o CEO da Apple que o tinha trazido de volta à empresa aquando da compra da NeXT e conseguiu imediatamente ser nomeado CEO...


E assim renasceu o ícone, magnata do cinema, dos computadores e mais tarde com o nascimento do iPod e iTunes da música...

A mágia de Steve como muitos dizem é conseguir concentrar um grupo de pessoas e faze-las acreditar no que ele acredita... e conseguir de facto concretizar o "sonho" com essa motivação.

É curioso ver como alguém que foi repreendido no inicio da Apple pelo CEO da altura por não tomar banho, alguém que não aceitou inicialmente a paternidade da própria filha ou que tinha relações humanas tão frágeis...alguém que usava um grande amigo e mais tarde outras pessoas menos próximas....chegar mais longe do que todos os outros.

Pouco percebe de software, mas tem ideais e consegue transmiti-los aos seus empregados para que eles, os génios da programação e hardware consigam concretiza-los.



What's next Steve?



Confesso que mesmo assim, nunca trairia a confiança de alguém para ter sucesso, o mundo dos negócios é duro, mas as minhas convicções ainda são mais.

Admiro o Steve pela sua visão, mas não pela sua liderança... é um génio, mas não o líder que com gostaria de trabalhar.

Aprendi algo, de facto mais do que o nosso entendimento, para líderar é preciso apenas a visão de futuro, e mais do que tudo a transmissão de sonhos... fazer alguém acreditar que o sonho é possível é a "arma" mais poderosa de todas.

Aprendi acima de tudo, que apesar de ele ter o nome e o carisma, os outros génios, maiores ou menores que ele, estiveram sempre na penumbra, a avançarem em passos gigantes com software, hardware, música e cinema!


Sonhar e acreditar...

...é afinal é a maior visão de todas!

terça-feira, setembro 26, 2006

Formalidades


As vezes fico espantando com a quantidade de formalidades que as culturas usam e acabam por tornar necessárias para a vida em comunidade.

Fui-me apercebendo desde há algum tempo que há formalidades que eu não dava muita importância mas que podem realmente fazer diferença a algumas pessoas, desde o cumprimentar com a mão, forte ou fraco, ou não cumprimentar, desde o beijo na bochecha aos dois beijos, ou mesmo à forma como me visto ou como deixo as pessoas se dirigirem a mim.

A verdade é que se os primeiros exemplos são de cumprimentos, afectividade, e apreço pelas pessoas, gestos que com o passar do tempo aprendi a discernir que são úteis para darmos a perceber aos outros sentimentos nossos, os últimos são de imposição de estatuto, e esses sim fazem-me extrema confusão. Adoro perceber que sou valorizado independemente do que visto, e sim apenas pelo que faço.

Ultimamente tenho estudado gestão, em particular gestão de empresas, grupos e equipas, e tal como eu previa em Portugal, infelizmente a mentalidade no sentido do respeito dentro de um grupo ainda está bastante atrasada... numa empresa a maior parte das vezes ainda precisamos de vestir o "fatinho" e de sermos o "Sr. Dr. Eng." para que haja respeito perante os restantes empregados.

Isso faz-me uma tremenda confusão...

Saber que em grande empresas como a Google ou a Apple em geral podemos andar de t-shirt e calças de ganga e tratar por "tu" não é nada de estranho, mesmo entre pessoas com estatutos dentro da empresa diferentes... o estatuto e respeito não se "mede" pela "distância" psicológica que temos da outra pessoa, podemos ser grandes amigos e mesmo assim termos estatutos diferentes, tratarmo-nos por tu, e mesmo assim um obedecer ao outro.

É estranho perceber que em muitas empresas portuguesas devido à cultura actual isto é virtualmente impossível...

Foi testado à pouco tempo numa empresa portuguesa o modelo de ser "obrigatório" todos os membros tratarem-se por "tu"... passado um mês todo a administração da empresa teve que ser substituida porque a empresa já estava segundo as palavras deles "uma bandalheira".

Senti-me bastante mal... de viver em Portugal um pais que gosto, mas que tem estas atitudes que tanto me entristecem...


Mesmo sendo assim, acho que nunca vou deixar de remar contra a maré, de mostrar que independentemente de tratarmo-nos por "tu" o respeito, advém sim, do respeito e admiração pela pessoa em si e pelo que fez, criou, imaginou ou simplesmente pelos seus ideais... que o que vestimos nunca nos distinguirá para melhor ou pior... a cultura dos valores acima das aparências e das formalidades instituidas.

Felizmente tive experiências e tenho agora professores, (que trabalham à muitos anos em gestão), que me ajudaram a ver que o que eu acreditava não só é possível como é funcional e poderá ser o futuro.

Será que será a geração actual a mudar esta mentalidade...

...ou continuaremos na idade das aparências?


Ps: Citando um dos meus professores em algumas frases que não tem só a ver com este assunto, mas que tenho bastante presentes que me fizeram pensar bastante:

"A liberdade dentro de uma empresa é essencial. A curto-prazo uma empresa sem liberdade pode ter sucesso mas a longo-prazo não o terá".
(Referindo-se a liberdade social, e liberdade para ter pausas por exemplo de 10 minutos durante o dia para ir ao ginásio, que se encontra, por exemplo, dentro da empresa)

"Não existe uma formula para a criatividade, existem sim ambientes propícios a ela. Não existe formação para A+B = ideia criativa, mas existe a possibilidade da fomentação de um ambiente onde é bastante mais fácil o aparecimento delas."

"A função mais nobre de um líder não é mais que formar outros líderes."

segunda-feira, setembro 25, 2006

Pensamento do dia


Todos os trabalhos que não envolvam inovação, são no fundo, autómatos finitos determinísticos ou não-determinísticos, ou seja, podem ser eventualmente substituidos por máquina(s) de Turing, ou vulgarmente chamando, computadores.

domingo, setembro 24, 2006

Design


As vezes nem percebemos o quanto o bom design influência a nossa vida...

Estamos tão habituados aos livros de instruções que achamos perfeitamente normal ter que ler um número infinito de páginas para perceber a função xpto do microondas...

Eu próprio assim o pensava... afinal de contas, são coisas "complexas" foram precisos "Engenheiros" para as fazer, e anos e anos de evolução de tecnologia para fazer tudo aquilo que faz agora...

Mas invertendo o pensamento... quantas vezes precisamos de ler manuais de instruções para funcionarmos com um painel de um carro, ou a para abrir uma porta?

Parece uma comparação bastante parva hum?

Então quantas vezes precisaste de ler o manual para usar o rádio do carro? Ou a televisão? Ou mesmo abrir uma porta dum edificio que não conhecias?

Provavelmente nenhuma...


Agora estás provavelmente a pensar... "claro são coisas simples"...

Não é exactamente por isso, mas também não deixa de ser verdade.. normalmente a facilidade com que usamos as coisas tem a ver com o número de funções que estão atribuidas a cada "botão" por exemplo, ou se o botão muda de função em algum momento, ou os interfaces que são suficientemente intuitivos para se conseguir utiliza-los sem nunca ter usado nada igual antes e sem precisar de manual.

Normalmente quem nunca pensou nisto está apenas atento a número de funcionalidades, " o meu despertador tem alarme, toca piano, da música, da para telefonar, e enviar faxes... há e tem relógio"... ficamos tão fascinados com a quantidade de coisas que aquela coisa pequena faz que nem pensamos que mais tarde nem vamos conseguir acertar as horas do relógio.. que afinal era aquilo que precisavamos.


Mas será que somos apenas nós a sermos iludidos pelas funcionalidades?

De todo! Podem-se conjugar bastantes funcionalidades num aparelho e ser funcional, mas para isso tem que haver um esforço e investigação não só aos níveis da implementação das funções, mas à interacção delas com quem as vai usar... lançar um produto de testes para ver que dificuldades aparecem na sua utilização por exemplo... e dai criar um produto final... ou ainda melhor, repetir o produto de testes, várias vezes.


A verdade é que agora têm na mente elaborados produtos com mil e uma funções... mas é simples mostrar com uma simples porta pode ter um design mau.. ou bom! Se reparaste todas as portas de emergência tem uma barra horizontal para empurrares, falo nestas portas porque provavelmente são as que mais ficam na mente, porque normalmente temos uma fechadura nas portas, e um puxador, são as portas mais comuns, de casa; Mas então num hiper-mercado ou outro edificio maior nunca se deparou com a questão "será esta porta para empurrar ou puxar?", e anda ali a tentar uma e outra coisa até dar com a solução?

Também não é verdade que há outras que mesmo usando-as pela primeira vez parece que são mais evidentes, ve logo que é para puxar ou empurrar? A verdade é que se esteve atento as que lhe parecem evidentes não são, (só), as que dizem, mas sim aquelas que quando é pretendido que se puxe tem uma barra vertical, e quando é pretentido empurrar uma barra horizontal (semelhante à das portas de emergência)... estarei errado?

Um exemplo de design mais complexo é o do movimento dos bancos dos (antigos?) BMW; Consiste numa pequena replica do banco do tamanho de um dedo na porta do carro, e ao empurrar uma das partes do banco para qq um dos lados, o banco real executa o mesmo movimento... nitidamente ninguém precisa de um manual... até parece obvio o design, mas a verdade é que chegar a ele não é minimamente obvio.. basta fazer um esforço para visualizar como seria um design mais pratico para algo do nosso dia que contemplasse todas as funções e não implicasse custos, (sim, porque isto para uma empresa é o mais significativo!).

Afinal de contas se o bom design fosse intuitivo, não haveriam produtos com mau design...

O esforço por um produto final vale sempre a pena, ou não fossemos nós mesmos...

...e o resto do mundo a acabar por usufruir duma boa invenção!

sábado, setembro 23, 2006

Uma pausa...


Passei alguns dias sem escrever, quem por vezes passa por aqui, os poucos ou muitos leitores mais ou menos assíduos que vou sabendo que tenho devem ter estranhado a minha ausência, provavelmente consideraram que tinha ido de férias.

Em parte foi verdade, passei 10 dias de férias, a acampar, em Agosto mas depois disso, já em Setembro voltei abanado por bastantes coisas que me fizeram pensar, e por vários dias tive necessidade de estar algo isolado a pensar exaustivamente no que se passava e no que me estava a perturbar.

Sentindo que o que iria escrever seria abalado por esse "algo" que me perturbava e valorizando muito mais a qualidade do que a quantidade, (leia-se qualidade algo que quando eu acabe de escrever goste, e não um post com qualidade verdadeira, porque esse dom não sei se tenho).

Sabendo que há por ai gente que lê este espaço meu, não achei justo para elas partilhar algo enravecido, aborrecido, ou simplesmente algo que mais tarde perceberia que foi um momento menos racional...

Assim, uma pausa no blog para meditar...

...foi a "solução"...



Mais do que uma justificação, este post, foi como todos os posts uma partilha.

domingo, setembro 17, 2006

Magia



Fui ao 10º Festival Internacional de Magia de Coimbra - Encontros Mágicos...

Confesso que já há algum tempo que não via magia, pelo menos, ao vivo isto é...porque tenho como passatempo navegar pelo metacafe e lá tem uns quantos vídeos de magia...

Não tinha muita noção do que iria encontrar, de facto, acabei por substimar o evento.. era em Portugal, era em Coimbra... era no Teatro Académico... a verdade é que via dificil a aparição de mágicos de alto gabarito... e dai tinha algumas, (grandes), dúvidas sobre a inovação dos truques.

Enganei-me bastante, acabou por ser uma agradável surpresa ver mágicos mesmo muito inovadores, e alguns também hilariantes a actuar... e ao contrário do que tinha previsto, mágicos de reputação internacional... para alegria do público, alguns dos melhores entre aquelas "estrelas" eram portugueses, porque afinal também somos capazes... (as vezes, ainda sou parvo de pensar que não)...


Enquanto estava deliciado a ver alguns deles pensava como a magia é uma coisa mesmo invulgar... de facto é a única coisa que me lembro em que realmente gostamos de ser "enganados".

A verdade é que isto é uma realidade bastante crua... na verdade não tomamos a mágia como um engano, mas como uma viagem aos nossos sonhos, ao mundo onde tudo é possível, onde há realmente magia, onde não crescemos...


Foi delicioso ver o brilho nos olhos das centenas de pessoas ali...


Ao contrário do fascinio que, muitas vezes, tenho em desvendar os truques, (algumas vezes consigo), que não me deixa concentrar no espectáculo montado, decidi deliciar-me com o que tinham preparado, e acreditar na magia...


Afinal a magia existe...

...basta olhar com outro olhar :-)


Ps: Obrigado pelo convite :-)

sábado, setembro 16, 2006

Relaxar...

Porque despertou em mim um riso, ou sorriso, não percebi bem...



Partilho com vocês este vídeo...

...excêntrico no mínimo :-P

quarta-feira, setembro 13, 2006

Comunicação



Ultimamente tenho escrito menos...

Mais do que uma reflexão é um facto, a verdade é que tive bastantes dias a meditar sobre várias situações, que se passaram comigo ou que eu vi...


Cada vez mais tenho tido situações desagradáveis, e totalmente evitáveis, porque falha a coisa que, as vezes, menos importância damos...a comunicação.

Presumimos que um amigo, um namorado, um pai, ou mãe, percebe por poucas palavras, (ou nenhumas), o que pensamos ou sentimos, porque na verdade isso acontece muitas vezes, e ainda bem que o é, pois é sinal que a pessoa nos conhece relativamente bem... infelizmente todas os casos bases tem excepções e este não deixa de as ter.

Falha a comunicação entre duas pessoas que não estão habituadas a que isso aconteça, porque qualquer motivo que seja, por cansaço, por falta de atenção, por temporizações diferentes (*)...

(*) uma das coisas que percebi é que sempre que uma falha acontece normalmente estamos em "tempos" diferentes, ou seja, uma das pessoas presume, por exemplo, que algo que se passa não é assim tão importante, enquanto que a outra toma como importante, dai cria-se uma diferença de prioridades que destabiliza a comunicação, não estão no mesmo "tempo".


Quando se entra nesse "fosso", é raro a vez que conseguimos ser directos, porque no fundo, temos percepções diferentes, e tendo essas percepções a própria percepção se o erro é nosso, ou da outra pessoa, torna-se dificil de discernir e a verdade é que também pouco importa.

A verdade é que estranhamos aquela sensação de inconforto, mas parecemos incapazes de a mudar, incapazes de ser totalmente sinceros, porque aprendemos que as vezes a sinceridade não é "simpática", e a "nossa verdade" não vai ser a verdade da outra pessoa... a comunicação já está a falhar, por isso, arriscar fragilizar mais é uma decisão que não queremos tomar.. quando no fundo bastava termos começado por aí...


A verdade é que no fim das contas, temos um grande fosso, que começou com apenas uma falha que nem sequer era um conflito, eram apenas visões diferentes possivelmente perfeitamente consiliáveis.


E pronto, dissecado o problema e a solução, fica a aprendizagem...


A verdade é que aprendemos a comunicar...

...comunicando!


Ps: Escrever tem algumas coisas boas, podemos passar uma mensagem após termos refletido na mensagem que estamos a passar... comunicação "ao vivo" tem a dificuldade da pouca noção que temos do que estamos a passar, no entanto, para assuntos sérios/delicados não prescindo dela, pois sei que a linguagem corporal, visual também me vai ajudar a passar a mensagem que pretendo, mais do que qualquer texto "sem emoções".

United 93



Há muito tempo que um filme não me abanava tanto, com o passar dos minutos surgia-me uma raiva pelas pessoas que estavam directamente a condenar de morte todos os passageiros de um avião...

Apercebi-me do medo, da raiva, da vontade de lutar que muitos americanos devem ter tido, e ainda têm... coisa que tinha percebido racionalmente na altura... mas emocionalmente nunca achei que iria sentir pela minha distância física e emocional.

A verdade é que com o passar de cada minuto, era perturbador para mim o desvio do avião, com cada pessoa a aperceber-se que não iria estar muito mais tempo viva... telefonar às pessoas próximas a despedir-se.. tentar ter um raciocionio claro com as informações que chegavam se tentar retomar o avião era uma boa opção...

Poucas vezes num filme me senti tão agustiado ao ver uma cena, especialmente por saber que aquele filme, mais ou menos real, tem provavelmente vários momentos que realmente aconteceram, e as decisões e agustias de fundo estão ali embutidas claramente...


Lutar...esperar para ver...telefonar às pessoas mais próximas...rezar...

Cada pessoa tomou a sua opção mas no fundo cada decisão ali teve interferência no grupo, se eu ia tentar reconquistar o avião, iria influênciar os outros, se outros iam e eu não ia, também influênciava...

Acabou...


Respirei fundo... e fechei os olhos, voltei a raciocinar.. a minha raiva emocional era exactamente aquilo que eu sempre achei que nunca se deve ter, ou pelo menos agir sobre ela... porque se assim for, somos nós mesmos a passar a ser terroristas, somos nós mesmos a ficar cegos, matando ou não pessoas, somos nós também a ser radicais...

Aprendi bastante... terrorista para mim neste momento não é ter morto alguém ou pensar em fazer um atentado...

É toda uma ideologia de acção por raiva, um pouco como somos crianças, um colega nosso deu-nos um pontapé, há os que choram, há os que fazem queixa... há os retribuiem com dois...


Perceber que retribuir os actos de violência é o primeiro passo para gerarmos mais violência é duríssimo, emocionalmente queremos ter o equilibrio, sentimos que falta as pessoas "pagarem" pelo que fizeram com o mesmo ou pior que fizeram.


Nesse momento os terroristas ganham...aprendi a lição...

...mas, infelizmente, estou a ficar menos calmo ou devo dizer "pacifico"...

domingo, setembro 10, 2006

7...



Bem, pelo menos original acho que sou :-P

Porque eu...

znl-gv Maria ;-)

sábado, setembro 09, 2006

Short Message Service



"Aoccdrnig to a rscheearch at an Elingsh uinervtisy, it deosn't mttaer in waht oredr the ltteers in a wrod are, the olny iprmoetnt tihng is taht frist and lsat ltteer is at the rghit pclae. The rset can be a toatl mses and you can sitll raed it wouthit porbelm. Tihs is bcuseae we do not raed ervey lteter by it slef but the wrod as a wlohe."

"Cnsoeuges lre etsa farse?"

Confesso que esta capacidade de com as letras completamente trocadas conseguirmos ler na mesma perfeitamente as palavras e sem grande dificuldade me fascina.

É curioso pensar que neste momento a geração mais "jovem" troca as letras em mensagens SMS, para, "ser mais rápido" ou "escrever menos" o que no fundo na maioria das vezes nem é verdade... mas não deixa de ser curioso como esta capacidade é neste momento explorada no dia-à-dia por imensa gente jovem.

O que terá feito despertar esta "utilização" em grande escala?

Terão sido apenas as novas tecnologias, SMS e Chat's, ou estaremos a expandir ainda mais a nossa utilização de partes do cérebro até agora pouco usadas por outro motivo?



Capacidade explorada, ou falta de cultura inacta...

...também posso ser eu a ficar velho e rabugento :-P

domingo, setembro 03, 2006

Etiquetas?



Confesso que não sou muito de seguir "chains" na net, mas esta vindo de um blog de uma amiga acabou por ser irrestível.

A explicação da "etiqueta" está aqui...

Estão então aqui as 6 coisas aleatórias sobre mim:

1. Para além da "casca" do meu ar extrovertido sou tímido.

2. Da-me imenso prazer escrever, especialmente quando há alguém a gostar do que eu escrevo.

3. A música nestes últimos anos, (viva o mp3), é bastante importante para mim, e irrita-me imenso quando ouço uma música que gosto na rádio ou na tv e não consigo arranja-la por não saber o nome.

4. Gosto imenso de animais, especialmente gatos (infelizmente agora não tenho nenhum gato).

5. Durmo sempre virado para o mesmo lado.

6. Sou algo viciado em algumas séries... leia-se Stargate (SG1 e Atlantis), e Lost.


Desafio estes 6 corajosos:
Sérgio Lopes
Ivo Reis
Luna
nobody (o meu companheiro de blog)
João
Missé