terça-feira, janeiro 31, 2006

Polémicas




Será que a inteligência e a beleza tem algo que interfere realmente entre si?

Estive a reflectir sobre isto há uns dias, e a conclusão a que cheguei foi curiosa.. mas apresentando os argumentos que fui usando no meu raciocino...

O que mais queremos quando estamos no nosso 7º, 8º e 9º ano?

Respondendo um pouco no geral, sabendo obviamente que as respostas podem variar.. queremos ser aceites, ter amigos, fazer parte da malta e sobretudo destacar-mo-nos para sermos "aceites", ou não referindo o "aceites" que tem um contexto negativo associado, termos pessoas cativadas por nós.

A verdade é que por norma aplicamos-nos mais no que somos realmente bons, e temos tendência a não gostar de "trabalhar" naquilo a que somos menos bons. Tal como o aluno que tem dificuldades a matemática e diz "eu não gosto de matemática".. é um pouco intuitivo esta nossa reacção, embora não ache que seja a mais correcta, não é isso que pretendo falar.

A verdade é que a nossa inteligência, ou alias, algo que é o que realmente faz diferença, o método e capacidade de estudo, forma-se connosco enquanto ainda somos jovens, e depois de adquirir-mos certos hábitos será tremendamente difícil muda-los... e ao falar de sermos jovens, falo especificamente do 7º, 8º e 9º ano, que considero os anos "plataforma de lançamento" para um bom ou mau secundário e futuramente universidade... ou não.

Se pensarmos bem nas pessoas que fomos conhecendo, e agora falo mais pela minha experiência, até porque é o único contexto que tenho, as pessoas que são consideradas bonitas, ou extremamente atractivas ou que dão nas vistas num desses sentidos, acabam por não ter que fazer qualquer "esforço de integração" em qualquer dos grupos que normalmente existem na multidão de pessoas que forma uma escola, um colégio, etc... por outro lado as pessoas que dão menos nas vistas, acabam por ter que "demonstrar o seu valor" de outras maneiras, para que o acabem por cativar outras pessoas...

E aqui começa a minha grande conclusão, (ou divagação como preferirem), a facilidade de integração vai fazer, no geral obviamente e não sempre, que as pessoas acabem por ter menos atenções em outras áreas, deixando de ter tanto interesse em destacarem-se por exemplo nos estudos. Por outro lado, as pessoas que acabam por dar menos nas vistas, acabam por tentar dar nas vistas, por exemplo, através dos estudos.. mas não através dele, até arriscaria que por vezes se tornam, nesse período de tempo, pessoas mais adultas e com um carácter mais admirável...

Isto é obviamente uma generalização do ingeneralizável (será que isto existe?), de qualquer maneira, fica aqui a reflexão...


Quantas vezes acabamos por não nos esforçarmos tanto numa coisa, só porque somos realmente bons noutra?

segunda-feira, janeiro 30, 2006

As vezes apetece...



Esforça-mo-nos para fazer o correcto, acabamos por magoar as pessoas erradas...

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Corpo Dormente

Post engraçado este... para quem não sabe o blog é do Bruno Nogueira (sim o do Levanta-te e ri...)

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Porque animas Pedro?



É uma boa pergunta..

A verdade é que já me pergunto isto há algum tempo, pergunto-me especialmente quando tenho "crises" de fé e penso se serei o melhor dos exemplos para aqueles que vão ser "animados" por mim e se devo ou não transparecer a minhas crises.

Acho que um dos motivos que me levou inicialmente a animar, foi a experiência, "Vamos ver como é... será que tenho paciência para os miúdos?... Será que vou gostar?".

A verdade é que era um sentimento algo egoísta, mas a verdade é que ao ver que conseguia fazer, (algum), bem às pessoas e ao mesmo tempo conseguia sentir-me bem com isso, fiquei cativado por experiências em que possa dar de mim aos outros.

Como um amigo meu disse, é um "egoísmo saudável", é um *sentir-me bem por ajudar outros*. Faço-o sem dúvida por me sentir bem, mas nunca me poderia sentir-me bem sem ajudar os outros.

A diferença que notei em mim entre uma coisa que faço apenas por mim, e isto que faço duma maneira diferente, (animar), é que nem sempre faço o que me apetece, o que mais me seria agradável... mas sim o que é preciso, o que é correcto e o que deve ser feito.

A verdade é que não animamos 10 dias por ano (campo), ou 5 (actividade), ou 3 (fim de semana)... animamos todos os dias: os que tão à nossa volta, os nossos amigos, as pessoas que vemos todos os dias..


Seguimos o "pensamento económico" do filme A Beautiful Mind (Mente Brilhante): "Um individuo não deve fazer apenas o que é melhor para ele, mas o que é melhor para ele e para o grupo".

domingo, janeiro 15, 2006

Pensamentos estranhos...



À temperatura normal o toque em madeira ou em pedra é diferente.. a pedra sente-se mais fria..

Será isso só percepção, ou será mesmo realidade?

A verdade é que a grande diferença que vejo na pedra e na madeira é que a madeira absorve mais facilmente o calor...

Será então o "toque" diferente proveniente dessa diferença?

sábado, janeiro 14, 2006

Para quem não sabe...

Autismo:

do Gr. autós, próprio

s. m.,
fenómeno patológico em que o Eu ocupa o primeiro plano.


...até que ponto o somos...

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Músicas...



"So hold me when I'm here
Right me when I'm wrong
Hold me when I'm scared
And love me when I'm gone
Everything I am
And everything you need
I'll also be the one
You wanted me to be
I'll never let you down
Even if I could
I'd give up everything
If only for your good
So hold me when I'm here
Right me when I'm wrong
You can hold me when I'm scared
You won't always be there
So love me when I'm gone"

excerto de "Three Doors Down - When i'm gone"


...cada vez mais me apetece romper com a normalidade... autista por teimosia, líder por opção.. anormal e louco por convição!

segunda-feira, janeiro 09, 2006

"The last call of the day"

"The last call of the day"... todos precisamos dela.. hoje preciso mais do que o costume..

quinta-feira, janeiro 05, 2006

Relaxar.. extasiar...



Eu não sei
que mais posso ser,
um dia rei,
outro dia sem comer.
Por vezes forte,
coragem de leão,
às vezes fraco,
assim é o coração.
Eu não sei
que mais te posso dar,
um dia jóias,
noutro dia o luar.
Gritos de dor,
gritos de prazer,
que um homem também chora
quando assim tem de ser.
Foram tantas as noites,
sem dormir.
Tantos quartos de hotel,
amar e partir.
Promessas perdidas
escritas no ar,
e logo ali eu sei...

Tudo o que eu te dou,
tu me dás a mim.
Tudo o que eu sonhei,
tu serás assim.
Tudo o que eu te dou,
tu me dás a mim,
tudo o que eu te dou.

Sentado na poltrona
beijas-me a pele morena.
Fazes aqueles truques
que aprendeste no cinema.
mais, peço-te eu,
já me sinto a viajar.
Pára, recomeça,
e faz-me acreditar.
Não, dizes tu
e o teu olhar mentiu.
Enrolados pelo chão
no abraço que se viu.
É madrugada
ou é alucinação,
estrelas de mil cores,
extasy ou paixão.
Hmm, esse odor,
traz tanta saudade.
Mata-me de amor,
dá-me liberdade.
Deixa-me voar,
Cantar, adormecer.

Tudo o que eu te dou,
tu me dás a mim.
Tudo o que eu sonhei,
tu serás assim.
Tudo o que eu te dou,
tu me dás a mim,
tudo o que eu te dou.

Tudo o que eu te dou,
tu me dás a mim.
Tudo o que eu sonhei,
tu serás assim.
Tudo o que eu te dou,
tu me dás a mim,
tudo o que eu te dou.
Tudo o que eu te dou.

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Hábitos



Nestes dias mais "caseiros" que tenho tido resolvi partilhar convosco uma experiência que fiz à algum tempo, tendo como cobaia.. eu mesmo..

A verdade é que todos sabemos, (se não sabemos é porque ignoramos ou preferimos não sabe), que basicamente tudo o que fazemos que se possa tornar num hábito, pode-se também tornar num vício.. a minha questão era.. até que ponto é fácil ficarmos "viciados" em algo..

A experiência foi simples, e algo estranha em si...

Sempre que ia aliviar os líquidos, coçava o braço numa parte onde não tinha qualquer comichão..

Fiz isto, repetidamente, por várias semanas, no mesmo sítio do braço, e o resultado foi bastante interessante, pelo menos do meu ponto de vista..

A certa altura comecei a notar que já tinha comichão real, e que sentia uma necessidade real em coçar o braço...

A verdade é que isto foi uma experiência básica e algo "estúpida" mas a verdade é que percebi que o nosso, ou pelo menos o meu corpo, é muito susceptível a hábitos ou vícios.. é algo díficil percebemos que nos estamos a viciar em algo, mas... por muitas vezes pode ser real..

Pensando no meu caso.. acho que tenho bastantes "hábitos".. e tenho alguma persistência em os manter, não conscientemente isto é, no entanto, sou bastante "imune" a novos vícios..

E tu, até que ponto tens hábitos viciantes?

terça-feira, janeiro 03, 2006

Pensamento estranho...



Tava eu para deitar uma garrafa de água fora, a qual ainda tinha alguma água, e pus-me a pensar..

"Se eu deitar esta garrafa ainda com água fora, provavelmente só se a garrafa rebentar, ou então daqui a 100 anos quando o plástico se decompuser é que a água volta a meio ambiente..."

A pergunta é.. quantos milhões de litros de água potável andamos a deitar fora?

domingo, janeiro 01, 2006

Passagem de Ano com Sentido



E assim chegamos a 2006... em silêncio... entre amigos... em reflexão... em comunidade... na ousadia de sermos diferentes!