domingo, setembro 30, 2007

Humor


Já à alguns dias que andava a imaginar este post, e sorri quando recebi por RSS este, do blog de uma amiga, que tem muito a ver.

A minha imagem também mudou muito ao longo dos anos, fui de bom aluno, a estranho, a louco, a excêntrico, a certinho, a divertido e finalmente sério.

Conforme vou estando com as gerações de cada fase, sinto-me um bocado de volta a esse ponto, para elas ainda sou assim... o que tem coisas más e irritantes, mas tem algumas bastante boas. Posso voltar a ser o Pedro divertido e sem papas na lingua que faz o que se lembra, quando se lembra, se ter qualquer receio do que as pessoas vão pensar ou da imagem que vai passar.

Com limites, (pouco visíveis, mas muito claros para mim), o importante é fazer rir, divertir as pessoas, ve-las sair de perto de mim com uma cara perplexa mas risonha....

Sinto saudades disso...

Sinto saudades de não representar algo maior, de não me sentir à vontade por algum motivo de ser espontâneo, de ter que ser sério e "profissional".

Lembrei-me muito disto por várias coisas, todas elas aconteceram neste dia 30:

A primeira foi uma situação hilariante... uma almoço de uma reunião com alguma seriedade, à saida do restaurante, dois dos que estavam comigo entram num autocarro que lá estava parado, prestes a arrancar, perante a perplexidade dos ocupantes, quase todos da terceira idade, e acenam de dentro do autocarro, sentados.... absolutamente inesperado e genial... logo de seguida a cereja, uma terceira pessoa vai ao microfone e deseja "Boa viagem"... mencionando o sítio... e aqui vem ainda mais cereja... o destino não era esse... assim ouviram-se várias pessoas "Mas nós não vamos para...".

A outra... um jantar de anos, apenas duas caras conhecidas, de velhos tempos... a oportunidade de ser o palhaço, sem preocupações. Descontracção total. Olhares atónitos, risos...

...talvez esteja a recuperar o jeito...

...ou talvez nunca o tenha perdido...

Música associada: Creedence Clearwater Revival - Have You Ever Seen The Rain

domingo, setembro 23, 2007

Praxe


Porque acho que a praxe pode ser algo com piada, sem ofender ninguém e onde todos se divertem... excepto os que estão à espera, no entanto, são apenas 3 minutos. Podendo haver mil argumentos contra... e pensando várias vezes se devia aqui por o vídeo... achei que sim!

Música associada: The Proclaimers - I'm Gonna Be (500 Miles)

sexta-feira, setembro 21, 2007

Partilha


Durante o campo de verão que animei este ano fiz uma das partilhas que mais me marcou... pela reflexão e pelo reacção que vi nas pessoas com as quais partilhei... desde ai esteve sempre presente, decidi então deixa-la aqui... não me lembro de tudo que falei de certo, nem deverá ter a magia que sinto daquela tarde... mas não resisti. Esta foi feita por mim e por um grande amigo, o Bernardo, vou tentar partilhar convosco como foi...



Discriminação & Generosidade

A ideia era falar sobre discriminação... e depois falar da generosidade das pessoas.

Parece algo bastante batido, falar sobre isso torna-se então bastante duro, falar sobre algo que já toda a gente ouviu falar... decidimos falar sobre experiências nossas... que fossem mesmo reais...

Começamos por um exercício simples, toda a gente sentada em roda e vendada, as pessoas eram trocadas de sitio por nós, já vendadas, e púnhamos as suas mãos na cara da pessoa ao lado... tinham que descobrir sem falar quem era... propositadamente alguns não tínhamos trocado... grandes amigos tinham ficado lado a lado... curiosamente, mesmo assim, não conseguiram descobrir quem era a outra pessoa... quando tiraram as vendas nem podiam acreditar...
Quanto aos restantes que tinham alguém "menos conhecido" foi giro ver as suas reacções a viverem alguns minutos como cegos...

Vendas tiradas, passamos para outro espaço, era espaço de oração... sentamos-nos... meia lua virada para mim e para o Bernardo.

Comecei a falar com um sabão azul, coberto de terra, na mão, perguntei o que era aquilo... depois das primeiras respostas tímidas começaram a surgir algumas confiantes.. afinal era mesmo um sabão azul... retirei a terra que o cobria, mostrando realmente o sabão e parti-o ao meio, mostrando o "coração do sabão" realmente provando que era um sabão azul...

- É assim que fazemos na vida muitas vezes, temos uma imagem de uma pessoa, nublada, com terra, sabemos que lá no fundo pode estar uma pessoa interessante, mas não nos damos ao trabalho de tirar a terra...

- É muito mais fácil gozar do que arriscar... uma pequena história verdadeira sobre isto, vem de um dia que estava na faculdade e um senhor, já com alguma idade, que estava a concertar algumas coisas lá, estava a tentar abrir uma porta de vidro para passar... com a quantidade de coisas que tinha nas mãos não conseguia. Muita gente assistia à cena, sentada nos bancos... no entanto ninguém se levantou.. olhei à volta, fez-me imensa confusão.. levantei-me abri a porta e vi um sorriso de agradecimento... Não sou de todo melhor que os outros, mas as vezes todos nós acho que podemos ter atitudes cristãs que nos fazem sentir bem, esta foi uma das minhas...

O Bernardo começou então a falar sobre um experiência que ambos tínhamos tido, na prisão de Coimbra, a visitar os presos da ala dos crimes mais graves:

- Foi num fim-de-semana chamado After-Xav, organizado pelos jesuítas, numa tarde haviam vários desafios, um deles era visitar uma prisão... achamos piada a esse, uuuhhh visitar uma prisão, que medo.. quando tomamos consciência já íamos na carrinha em direcção à prisão de Coimbra... depois da brincadeira inicial, agora era a sério... começaram por nos explicar a única pergunta que não podemos fazer a um preso "Porque foste preso?"... as dúvidas surgiam "O que vamos falar com eles?", "Eles tem acesso a informação do exterior?"... e com calma os noviços que nos acompanhavam diziam-nos que eles eram como qualquer pessoa, falavam de tudo, de futebol, de politica... Por conselho deles deixamos os nossos bens materiais no carro, entramos e logo à porta fomos revistados e deixamos o BI... começávamos a ter um nervoso miudinho conforme as portas de ferro se fechavam depois de passarmos... começamos a ter as primeiras exclamações de surpresa a ver presos a andar "livremente" pela prisão.. percebemos que o que vemos nos filmes não é a realidade... pelo menos não a portuguesa... não a daquela prisão...

Passamos pelas celas, e tivemos uma visita guiada feita por alguns guardas, e outros presos... rimos com as piadas, ficamos sérios com as exclamações de "falta de integração social e oportunidades" e especialmente absorvíamos cada momento ainda incrédulos de ali estar... finalmente fomos para uma pequena sala, sem cadeiras nem mesas como nos filmes, vazia e ao nosso encontro vieram os presos que desejavam conversar... conversamos, sobre a vida, sobre integração social, sobre como se vive numa prisão... sobre imensa coisa... percebemos que eram mesmo seres humanos como nós... houve um impacto fortíssimo em nós... aquilo não era uma realidade alternativa, poderíamos ser nós ali...

Houve um momento de silêncio, pedimos para cada um em silêncio pensar nas situações em que tinha discriminado alguém...

... algum tempo depois, pedimos sentimentos e palavras que surgissem na pequena reflexão: "Arrependimento, tristeza, mudança, estupidez.." o ambiente era pesado... sentimos o peso da discriminação em nós..

Tomei novamente a palavra...

- Vou-vos falar de uma experiência que tive, a não muitos anos, num campo de férias, fiz uma caminhada diferente... fui deixado com o meu grupo de 5 pessoas, num sitio que não conhecia, apenas com 1 mapa, 1 cantil, sem dinheiro e um telemóvel apenas para emergências. As regras? Chegar ao sitio de campo às 8 da noite, pedindo comida e água, e boleia em parte do caminho dado que eram quilómetros a mais para ser possível percorrer apenas a pé. Motivação? Confiar nas pessoas.

- Começamos, sujos de pó e terra, mas animados, apetecia-nos correr até ao campo... aquele desafio era no mínimo estranho, nunca tínhamos feito nada assim... andamos, andamos, andamos... o sol era escaldante, cedo a água acabou, perguntávamos e pedíamos agua, ao longo da manhã avançando a pé, estava a ser duro. A fome atacava. Pedimos em algumas casas... numa delas uma senhora já de idade queria dar-nos o seu almoço... ficamos abananados... alguém queria dar-nos o SEU ALMOÇO, não era brincadeira... alguém que nem sequer nos conhecia... generosidade... recusamos, tinhamos fome, mas estávamos cheios por dentro... continuamos a andar, nunca me esquecerei desse momento...

Nesta altura, vi sorrisos entre as pessoas para as quais falava.. também nunca me esquecerei desse momento.

- Andamos mais, pedindo... até que chegamos a um restaurante, e ai entrou apenas 1 de nós, estávamos mesmo sujos e não queríamos constranger ninguém... oferecemos-nos para lavar a loiça ou fazer outra coisa em troca de 2 refeições que dividiríamos entre nós. A senhora disse para aguardamos na esplanada, pediu desculpa, mas explicou que tinha receio que os seus clientes se afastassem devido ao nosso aspecto, rimos e aceitamos, estávamos de facto com um terrível mau aspecto e suados devido a passarmos o dia a andar...

- Conversamos alegremente, sentados na esplanada, quando vimos 5 pratos de sopa a chegarem... ficamos novamente abanados... agradecemos, explicando que podiam ser menos, iríamos com todo o gosto partilhar entre nós. A senhora disse para não nos preocuparmos, e comermos. Fomos comendo, alegremente, já preparando para o trabalho que viesse, era com gosto que o iríamos fazer... quando chegam mais 5 pratos com bitoques... nem tivemos palavras, conversamos novamente, dizendo que a sopa era mais que suficiente, ou que podiam ser menos pratos.. novamente a senhora sorriu e deixo-nos com 5 pratos... e daqui a nada voltava perguntando se queríamos café... levantamos-nos, tínhamos bem presente que isso já seria abusar. Perguntamos o que precisava que fizesse... e ela sorridente disse que não era preciso nada...

- Estávamos novamente a andar, e a pedir boleia... estava ser dificil, decidimos dividirmo-nos, combinamos um ponto de encontro e foram 3 para um lado, 2 para outro... pouco tempo depois estávamos a andar na mala de um carro, eram os organizadores de um festival de verão, que vendo o nosso aspecto pensaram que íamos para lá e pararam para nos levarem... fomos conversando ao longo da viagem a rir e a explicar o que estávamos a fazer, foi uma empatia rápida.. pouco tempo depois estavam a oferecer-nos os contactos e a dizer para se fossemos ao festival os procurássemos que íamos para os bastidores com eles... entretanto deixaram-nos e mais tarde apanhamos novamente outra boleia, já os 5 juntos. Esse senhor quando soube o que estávamos a fazer, ofereceu-se logo para nos ir levar ao sitio... recusamos muito agradecidos, a ideia era levarem-nos através dos caminhos que se cruzassem com os nossos...

- Chegamos! Depois de algum tempo a pé... e tínhamos um lava-pés à espera... feito pelo grupo que tinha chegado antes de nós... algum tempo depois éramos nós a receber a equipa seguinte... para quem ficou curioso, chegamos antes da hora limite :-).

Houve um silêncio grande... pedimos-lhes para pensarem nisto e o que poderiam fazer para o futuro...

...pouco depois pedimos para dizerem que palavras surgiam agora: "Mudança, coragem, alegria, generosidade"



Acabou aquela tarde...

...no entanto ficará para sempre gravada em mim...


Música associada: Switchfoot - Only Hope

quinta-feira, setembro 20, 2007

Liderança - Guerra dos sexos


Hoje vi um programa sobre a diferença entre os sexos, quando em posições de liderança...

Gosto bastante deste tipo de coisas, ver as pessoas e perceber os seus comportamentos, e liderança é algo que gosto imenso de estudar... por isso acabei por ficar colado à televisão...

Vários homens e mulheres disponibilizaram-se para estar a liderar um grupo de soldados, em várias situações. Haviam dois grupos, um que a liderança era masculina, rodando esta por 4 homens consoante a situação; o mesmo acontecia no grupo da liderança feminina....

Foi engraçado ver o quão diferente era... normalmente as mulheres não tinham problemas em tocar umas nas outras quando era necessário, conversavam entre si antes de fazer algo, não se denotava grande hierarquia, normalmente tentava-se sempre a concordância de todos antes de fazer algo. Eram extremamente receptivas a sugestões e ligavam imenso ao que as outras pensavam, normalmente as atitudes mostravam que tentavam sempre que toda a gente tivesse uma opinião positiva acerca dela (da pessoa que mandava). A liderança era menos hierarquia e mais contactos ramificados. A segurança das pessoas era muitíssimo valorizada.

Nos homens, havia uma hierarquia extremamente visível, o líder encarregava cada um de fazer certas coisas, não havia muita proximidade física e o líder falava não ligando minimamente se os restantes tinham boa ou má opinião dele, o importante era fazer as coisas bem, pelo menos do seu ponto de vista. A segurança nem sempre era primeiro ponto, quando construiram uma pista de obstáculos, tentaram faze-la o mais "divertida" possível, tendo alguns riscos.

Depois no balanço geral que todos fizeram, as mulheres mostraram preferir uma liderança de mulheres, e para os homens era indiferente. Consoante as situações, uma e outra equipa foram melhores..no balanço geral foram iguais...

Não deixa de ser curioso as diferenças abismais...

...em pequenas coisas...

quarta-feira, setembro 19, 2007

Relações

Enquanto andava a bloggar por ai, li este post:

CITANDO



Proximidade?

“I love him. I love him for the man he wants to be. And i love him for the man he almost is”

Lembro-me de ouvir isto numa sala de cinema… (há cerca de 10 anos atrás)!
Lembro-me de ser pequena...
Mas lembro-me bem da empatia que o filme (Jerry Maguire) suscitou em mim!
Não o voltei a rever mas é mesmo giro aperceber-me que ele foi um filme que “ficou” (não que seja um filme de topo, mas pela simplicidade) – não sei se hoje pensaria assim ao revê-lo mas acho que se o fizesse estaria demasiado influenciada pela memória que me deixou, no despertar das sensações do passado…
É que é basicamente isto! Amar pelo que o outro é, pelo que quer ser e pelo que quase é. Amar também no que falha portanto.
E dizem eles que um grande amor sobrevive à distância… Eu diria que um grande amor sobrevive à proximidade…
Gostaria de dizer que aprendi isto na tela de cinema, lembrando-me de Jerry Maguire…
Mas estas coisas não se aprendem assim!

FIM DE CITAÇÃO


Esta frase, "um grande amor sobrevive à proximidade" ficou na minha cabeça... achei curiosa, por não se ouvir frequentemente... pela sua invulgaridade...

Mas não ficou apenas por ser estranha, mas porque percebi o sentido dela.... de que é difícil conviver com alguém 24h/7 dias por semana... os defeitos aumentam dramaticamente, algo que numa pessoa "vulgar" é algo que nem ligamos, passa a irritar-nos... exigimos a perfeição, mas perfeição em relação ao que somos...

Acho que a grande diferença começa a ser a partir do momento que abdicamos de algumas coisas, e cedemos... e isto é mútuo... deixamos de ser perfeitos ao espelho... e passamos a ser humanos.

Subitamente vemos perfeição... perfeição na outra pessoa que viamos tantos erros.. perfeição, não por não errar, mas apenas por a conseguirmos aceitar assim, e não termos desejos de a mudar...

Aceitamos a outra pessoa, tal como ela é...

... finalmente percebemos o que é uma relação!

terça-feira, setembro 18, 2007

Um funeral, diferente...



Este é o discurso do John Cleese no funeral de Grahan Chapman, ambos dos Monty Python.

Música associada: Monty Python - Always Look on the Bright Side of Life

segunda-feira, setembro 17, 2007

Banda sonora da vida...


Hoje vi um episódio de "Stargate Atlantis"... é uma série que sigo à alguns anos, spin-off da original "Stargate" que segui por 10 anos.

O episódio que vi era um "preview" para os críticos, ainda sem efeitos sonoros... foi de facto estranho, havia imensos momentos de silêncio... era tudo muito... normal.

Fez-me perceber uma coisa que já tinha reparado as vezes... em todos os momentos da minha vida, imagino qual seria a música que se adaptaria a ele...

Curiosamente foi o silêncio que me mostrou isso...

...se bem que normalmente o silêncio é a mais forte de todas as músicas...


Ps: A partir de agora, sempre que tiver uma música especial que tiver associado a um dos posts, referirei...

quarta-feira, setembro 12, 2007

Mudar o mundo!


Hoje vi este filme.

O filme não é f-a-n-t-á-s-t-i-c-o e a crítica realçou isso...mas bastante gostei da mensagem... e ultimamente isso é o mais importante para mim, não consigo ver filmes sem conteúdo...

Mas o que me ficou mais depois de o ver, nem foi o filme ou a mensagem em si, foi uma linha de pensamento que tive enquanto o via.

Devido a uma das personagens principais fui meditando sobre o que era a timidez...

Comecei a pensar em quando somos bebés, ou muito pequenos, que achamos que é o mundo que se tem que adaptar a nós. Nós somos o centro do mundo! Os nossos pais à nossa volta, bem como imensa gente a olhar e a dar-nos imensa atenção só pode querer dizer isso!
Choramos porque temos fome...estando no centro do mundo isto não pode acontecer! Venha a mãe ou o pai dar-me comida, isto é intolerável! Choramos porque temos frio, ou então porque queremos colo...


Crescemos e tornamos-nos adolescentes... afinal se calhar não somos o centro do mundo, afinal somos nós que nos temos que adaptar ao mundo, ao seu conceito de beleza, de amizade, de estar na vida... senão o mundo dá-nos um pontapé no traseiro! Não podemos ser populares se não nos adaptarmos cada dia, se nos adaptarmos tão bem que até parece que o mundo se adapta a nós... e em breve algumas pessoas desse mundo começam realmente a adaptar, ou deverei dizer imitar? Sendo camaleões vencemos dia-à-dia!


Damos um novo salto e de repente deixamos de ligar ao que a maioria das pessoas diz, não achamos que o mundo se deve adaptar a nós, mas adaptamos-nos apenas conforme o feedback dos que consideramos realmente amigos próximos. Não somos o centro do mundo, mas também não somos o extremo da galáxia... tornamos-nos adultos!
Cada um de nós, vai encontrando o modo de estar, com mais ou menos tendência para a infância ou adolescência, e respectivas maneiras de estar... a nossa personalidade fixa-se por fim.

É curioso como vamos de extremo a extremo.. até chegarmos ao que achamos que é o meio, e encontramos a nossa paz.

No meio desta viagem temos mil aventuras... a apresentação para a turma que nos fez tremer, o 100% no teste que nos fez encher de confiança e orgulho, um sorriso amigo que nós fez acalmar ou um beijo sentido que nós fez balançar!

Fechamos os olhos à noite, a sorrir, lembrando cada momento, de timidez ou de ousadia...

...e adormecemos sabendo que amanhã haverão mais!


Música associada: Switchfoot - I Dare You To Move

domingo, setembro 09, 2007

quinta-feira, setembro 06, 2007

Quase voei...





Um fim-de-semana bem passado, com viagens, conversas, amigos, risadas e muita alegria!

Um desafio radical... e....


...senti-me a voar...

sábado, setembro 01, 2007

Paz


Nunca peguei numa arma, pelo menos não numa a sério, no entanto há muito tempo sentia-me em guerra.

Como todas as guerras, começou de uma maneira estúpida e não beneficiava ninguém, mas alimentava-se facilmente de mal entendidos e segredos.

Não era feita de tiros, mas de palavras e sentimentos.
Não matava fisicamente, mas destruia psicologicamente.
Não tirava a soberania a países, mas conseguia criar cisões.
Não separava famílias, mas separava amigos.

Como todas as guerras, depois de começar, o fim não estava à vista.

Ponto final.

O passado lá foi...finalmente sinto-me tranquilo por ter recuperado a paz.


Começou um novo mês...
...e com ele uma nova fase.