quinta-feira, outubro 30, 2008

The Way We Do Things


Há uma coisa que se integrou na minha maneira de ser muito provavelmente pelo curso em que estou, a eficiência.

Uma aplicação não é bom se desperdiçar memória, ou se não usar todo o potencial da máquina para obter o que é desejado. Uma aplicação não é boa se estiver metade do tempo sem fazer nada.

Não podendo comparar pessoas com aplicações, penso muitas vezes como posso melhorar a eficiência de algo. Acho que uma das coisas que mais gostava quando era coordenador nacional dos Campinácios era o poder de mudar as coisas e torna-las mais eficazes. Dava-me prazer.

Se há 2 papeis que se podem tornar um apenas, para que aumentar. Se a burocracia não é necessária corta-se. Se as pessoas não sabem o que é para fazer, ensina-se.

Até à pouco tempo ter começado a estagiar não tinha percebido a real importância das metodologias de desenvolvimento e como elas podem ter uma influência dramática numa empresa... sempre que alguém está "perdido" e não sabe o que fazer exactamente, nem se sente pressionado por ter metas para um determinado dia é eficiência a deslizar por entre os dedos...

Na Universidade somos ensinados a NUNCA fazer nada "ad-hoc", ou seja, fazer ao longo do caminho, mas sim planear e depois executar tudo, podendo ter algumas mudanças menores ao longo do caminho, mas já tendo o plano geral...

Tenho percebido que na vida real, seja em empresas, ou em qualquer outro ambiente muito poucas pessoas fazem isto... e naturalmente a inércia ataca, se não há objectivos então também não há motivo para estar a esforçar-me...



"The way we do things" é uma frase america mas que acho que servia em quase todo o lado...

...todos fazemos as coisas à nossa maneira, mas será que as planeamos à nossa maneira, ou a maneira de quem quer que seja?

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