quarta-feira, abril 30, 2008

Coisas irritantes...


Como utilizador do Windows Live Messenger, o sistema irritante de protecção anti-vírus do Messenger era algo de facto.. irritante.

Há algum tempo quando me fartei de perder ficheiros porque o Messenger os considerava perigosos, (sempre tive medo que um .doc me aniquilasse :-P), lá criei um ficheiro que no fundo não faz nada, mas que serve para que o Messenger não ande em actualizações do anti-vírus e permita enviar todos os tipos de ficheiros.

Como imagino que não seja o meu feitio o único a implicar com aquela coisa irritante deixo aqui as instruções:

- Ferramentas
-- Opções
--- Transferência de Ficheiros
---- Detectar vírus nos ficheiros utilizando (activar)
----- Indicar lá este ficheiro (fazer download previamente)

Nota: Atenção que isto só previne algumas das situações... quando se abre o ficheiro através do link do Messenger é possível que ele o apague na mesma. Quem quiser evitar isto use este ficheiro, no entanto fique já prevenido que este evita que o Messenger ponha os links para os ficheiros.

Voilá...


Já agora para quem não tem o Office 2007 (aconselho a ter..), mas enquanto não o tem instale isto em 2 minutos que faz com que o Office 2003 abra documentos do 2007, seja .docx, .xlsx, etc...


Voilá again...
...finally you don't get bored with computer stuff..

Ps: Para quem quer enviar coisas grandes pelo MSN e quer funções tipo continuar de onde parou de enviar quando foi abaixo, etc.. aconselho isto.

segunda-feira, abril 28, 2008

Paz


Há muitos tipos de paz.

- Paz entre países
- Paz entre povos
- Paz entre culturas
-...

Mas a que realmente me interessa hoje é a paz entre amigos.

Hoje felizmente pude dar um passo para fechar antigos capítulos que nunca deviam ter sido abertos.

Mais uma vez a paz se aplica...

...paz interior!

segunda-feira, abril 14, 2008

Vergonha


Tenho reparado que embora não seja, (agora), e talvez nunca tenha sido uma pessoa muito expansiva, não tenho, quase nenhuma vergonha.

Alias pelo contrário, acho mesmo piada fazer as pessoas olharem a segunda vez, tipo "será que vi bem?"

Não estar constrangido por todos os limites sociais, desde que não se seja ofensivo, é das coisas mais libertadoras que existe... aparecer despenteado só porque apetece, ou ser um parvo que anda de chapéu de piloto..

Mesmo sendo tão absurdo é impressionante a quantidade de vezes que vejo pessoas à minha volta constrangidas por algo que para mim até é engraçado... seja uma apresentação, seja falar em público, seja qualquer tipo de exposição...

Todas as coisas envolvem a exposição pessoal, mostrar partes de nós, arriscar fazer algo sobre o qual não temos controlo total e que pode correr mal... no entanto de todas advém uma notoriedade caso corra bem esmaga tudo o resto, e ao falar em notoriedade, falo em notoriedade especialmente social, pelas pessoas que passam a admirar a forma de estar, e pessoal/profissional caso se façam coisas notórias.

E quando corre mal? Correu... e dai? Ninguém é perfeito, podes tentar "gozar", mas provavelmente nenhum desses teve a coragem de arriscar.

Obviamente isto é tudo que se adquire, não é algo que eu tenha estalado os dedos e tenha surgido... tem a ver com a minha experiência de vida e claro com parte da minha personalidade...

Mas confesso que adoro conseguir ter este à vontade...


...e se conseguir com isto ainda fazer as pessoas rir, é o bónus máximo...

sábado, abril 12, 2008

Contra-Elite


Há dias partilhei como sou pouco favorável a elites discriminatórias, depois disso fiquei com essa questão a pairar na cabeça...

O ano passado quando fui director de Campinácios fiz em conjunto com a restante direcção uma opção, escolher a "contra-elite", ou seja as pessoas que não tinham sido convidadas ou que provavelmente não seriam convidadas, arriscamos fazer isso, tendo algumas excepções, criando uma equipa de muita gente sem experiência... tendo à partida uma direcção sem experiência... era um passo arriscado...

O resultado foi avassalador, percebi que cada uma daquelas pessoas me dava o seu máximo por saber que tinha apostado e confiado nela.

A aposta não era um dado à partida, era algo que tinha surgido, muitas vezes de surpresa, e que dava à pessoa motivação.

Ver crescer as apostas arriscadas em apostas ganhas foi a parte gratificante.

A partir dali tive a certeza que é muito por ali o caminho, não quero trabalhar com estrelas, nem com pessoas que tomam as coisas por certas.

Quero aqueles que quando lhes é dada a oportunidade dedicam-se a 100%.


Não é so conversa... qualquer pessoa tem potencial...
...basta dar-lhe oportunidade e indicar o caminho!

quinta-feira, abril 10, 2008

Elitismo

Ultimamente há algo que me tem incomodado em algumas pessoas à minha volta.. o elitismo puro e duro.

Também já gostei de ser elitista, é mais fácil ter um grupo e restringi-lo, só aceitamos as pessoas que gostamos, não temos que fazer grandes esforços de adaptação, nem de compreensão.. já conhecemos as pessoas bem ou as que não conhecemos, gostamos delas e do seu modo de estar.

No entanto já à algum tempo percebi que isto embora mais fácil, não deve ser opção, cria exclusão, as pessoas não são integradas... nunca atingem o seu potencial porque nunca lhe dão oportunidade para isso.

Muitas vezes isto vem aliado à critica da elite à pessoa.. é tão fácil atacar quando não se está sozinho.

Dissecado assim parece bastante incomum, até grosseiro e ofensivo.. mas provavelmente acontece mais do que notamos, no nosso grupo de amigos, no grupo de pessoas com quem convivemos, no grupo de pessoas que lideramos...

Anda-me mesmo a incomodar isto, e tenho-me afastado dos grupos onde isto é frequente.

Nos projectos onde ando isto também se nota, especialmente na diferença com que se tratam as pessoas de quem se gosta e as outras...

Tento afastar-me deste modelo, para tentar estar aberto as pessoas, e não focar os defeitos, mas tentar fazer sobressair as virtudes... não de uma forma bonita e teórica, mas na prática, onde doi.

Isto tem feito uma frase ecoar na minha cabeça...

As pessoas não se "mandam"...

....conquistam-se e lideram-se para poderem atingir o seu potencial!

domingo, abril 06, 2008

Encontro Nacional 2008



Cansaço elevado... expectativas a duvidarem de se iria valer a pena...

Arriscar!

Ser surpreendido, especialmente por uma representação de um grupo de 60 pessoas que tinha marcado o meu verão.

Sentir uma união que ultrapassou barreiras, e que tinha dúvidas que existisse...

Receber os frutos de 10 dias... e sorrir enquanto sentia uma alegria profunda.


No fim de contas...

...valeu mesmo a pena!

quarta-feira, abril 02, 2008

Coisas irritantes...


Adoro andar pelas livrarias a olhar para os livros, a pegar em alguns, a ler bocados de outros, e a decidir que livro vou ler, mesmo que só pela capa...

Embora a minha maneira de escolher livros seja muitas vezes bastante básica, muitas vezes trás-me boas surpresas. Neste caso muitas vezes a aparência sobrepõe-se ao conteúdo na escolha...

De qualquer maneira, aparte da maneira como escolho o que leio, há algo que me irrita solenemente, é uma coisa simples, e provavelmente é a sua simplicidade que consegue ter um efeito tão forte...

Será que não podem por os nomes dos livros na lombada todos virados para o mesmo lado?

Será que não se pode criar uma pequena norma para isso? É que acho que já ganhei torcicolos da viragem persistente da cabeça para um lado e para outro...

A norma iria limitar a liberdade, e iria criar entre os livros, vencedores e vencidos... mas para mim seria uma vitória colectiva.

Espero pelo dia que consiga ir a uma loja ou biblioteca...

...sem sair de lá com o pescoço a doer...

terça-feira, abril 01, 2008

Dia das Mentiras


"Há muitas explicações para o 1 de Abril ter se transformado no Dia da Mentira ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril.

Em 1564, depois da adopção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de Abril. Pessoas a gozar passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de Abril". "



Introduções à parte, confesso que nunca gostei muito do dia das mentiras... gosto demasiado de ter noção de tudo e perceber a realidade das coisas para me sentir bem num dia em que a verdade não é, pelo menos, tida como objectivo, teoricamente para a maioria.

Embora, como todos, acho que algumas mentiras tiveram piada, gosto particularmente de uma das mais famosas e também antiga, em que a BBC fez uma reportagem sobre arvores onde crescia esparguete... passado algum tempo as pessoas estavam a telefonar interessadas em terem arvores daquelas...

De qualquer maneira, este dia, como em qualquer outro tentaram pregar-me uma, (ou talvez mais), partidas, e curiosamente, embora logo à partida imaginasse que era uma partida acabei por aproveitar para reparar no meu comportamento...

A partida tinha a ver com consequências para um grupo do qual eu fazia parte. Desde logo o meu cérebro disparou opções de fuga às consequências, de negação do grupo, de opções de defesa...

...rapidamente me apercebi disto e percebi o quão é difícil para mim muitas vezes enfrentar algumas consequências, e obviamente, não é de agora, provavelmente agora é menos acentuado.

Provavelmente é uma das coisas que me tenho de concentrar...

..se quero continuar a crescer...