sexta-feira, dezembro 16, 2011

Bloggar ou não Bloggar?



Desde há algum tempo tenho-me sentido preso na escrita.

O número de leitores desde blog estava a aumentar, e isso inicialmente entusiasmou-me, então decidi por cada um dos artigos a serem automaticamente publicados para o Facebook, Twitter (e por acréscimo Buzz etc). Isto inicialmente foi engraçado porque tinha logo reacções de algumas pessoas... mas teve uma reacção que não tinha previsto...

Essa reacção foi em mim. Comecei a ter mais pudor do que escrevia e leitura que iria ser feita disso. Escrever de uma forma quase anónima passou a ser um desejo.

Não consegui evitar cada vez que escrevia um artigo pensar na reacção das pessoas... e isso foi-me limitando.

Ponderei até abrir um novo blog, onde poderia escrever desta vez sem este peso. Acabei por não escrever em outros sítios por sentir que estava a fugir, e por carinho por este blog que foi sendo a minha casa desde o início.

Assim como podem (ou não) ter reparado estou a voltar à base. Removi as divulgações para as redes sociais e ainda estou a ponderar se publico ou não alguns posts que tenho idealizados.

Se voltarei a sentir-me totalmente confortável...


...vamos ver.

6 comentários:

Joana Martins disse...

Eu axo o blog algo muito livre. Faz-lo uma coisa tua... Escreve o que te apetece* É a tua vida, o teu mundo... és tu!!!

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Gostei!!, não vai escrever mais?re

Pedro Vicente disse...

Vou continuar :-) Em breve!

Vincent Silver disse...

Eu acho que escrever num blog é libertador. Eu gostaria de ate escrever mais do que actualmente escrevo, mas falta me as vezes inspiração. Ao que falas sobre as redes sociais, estou totalmente de acordo, eu não tenho facebook por exemplo, já tive, mas senti ali uma espécie de claustrofobia social. É um universo estranho aquele, acho que tras ao de cima o pior que ha em nós e sufoca um pouco uma pessoa. Mas não deves deixar de escrever e partilhar ideias.

Passa por um dos meus blogues, não sei se será algo de jeito, mas é mais uma brincadeira, visto que os outros blogs que tenham são de cariz mais sério. Se merecer, dá um comentário.

http://iamnotinsanesyndrome.blogspot.pt/

Continua a escrever.

Anónimo disse...

Não sei o que seria adequado neste momento para lhe dizer,palavras confortantes, palavras que façam você continuar, parar, ou qualquer outra coisa. Visto que é a primeira vez que neste blog entro. E pretendo não mais sair. Não sei se a sua vontade inicial de criar o blog, era algo pessoal. Pois se for, ter de pensar no que os outros irão dizer, é uma obrigação. Paro por aqui com a chateação. Sem mais delongas. Adiós.

Anónimo disse...

O termo intelectual tenta resumir um sujeito de ideias formadas, portanto gostaria de saber dos intelectuais do Brasil o porque que a maioria dos que enfrentaram a ditadura e estão vivos e fazem parte dos formadores de opinião e muitos fazem parte do governo federal, mas são uns inertes que vivem sob uma lei pifia ensinando o ser humano as praticas dos animais a brutalidade pode ser exercida com permissão de livramentos, somos uma nação ou um covil de bandoleiros o ser humano é uma escoria fraca ou tem que pagar pelos seus erros ? com 500 anos já podemos ser nação ? ou ainda se terá que derramar muito sangue apos varias guerras para emfim declararmos a nossa inteligência ? de que vale o conhecimento se a língua no obscuro é como uma planta de espinho ? vos que tem o ser me respondam por favor. meu email é noslrac@ig.com.br