domingo, maio 05, 2013

Teorias da Animação - O Animador Livre (AL)

O AL, ou Animador Livre é um dos elementos mais icónicos de um campo de férias. É uma espécie de MacGyver do mato, que resolve tudo e o símbolo do voluntarismo, um voluntário sempre pronto a servir!

As suas funções são simples fazer o que é preciso quando é preciso, seja ir buscar água, ir às compras com a mamã, montar a tenda do material um toldo... 

É uma função inicialmente complicada quando ainda não temos o "olho educado" para perceber o que falta, mas que se aprende com rapidez.

Há vários tipos de atitude num campo dos livres, geralmente condicionados pelos directores e pela sua experiência. Tanto um livre pode ser quase autónomo e o director raramente lhe precisa de indicar o que é preciso fazer (quando já tem muita experiência e sintonia com o director), ou o pode preferir ele ou o director de ir dando e recebendo feedback regular sobre o que é necessário fazer. Isto depende muito do livre e do director/adjunto. - O que fazer

É geralmente um animador que tem menos contacto com os miúdos do que o animador de equipa, e quando não é um dos animadores mais "palhaços" poderá necessitar de momentos para se entrosar com os miúdos. Uma boa metodologia é o esquema de "anjos" da guarda, em que cada animador livre (adjunto, tia...) está atribuído a uma equipa, e vai sempre que possível às suas partilhas, e substitui o animador de equipa caso ele precise de descansar, o que cria vantagens dos 2 lados: por um ele está envolvido com uma equipa e portanto não tem a distância comum dos animadores menos extrovertidos, por outro pode substituir o animador de equipa quando ele descansa ou tem algum problema grave e tem que sair do campo. - Proximidade com os participantes

É um animador que poderá esgotar-se por querer fazer tudo, e não querer falhar. Deve portanto ter atenção à sua gestão de cansaço.  - Gestão de cansaço



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